quinta-feira, 20 de abril de 2017

Libertadores já pagou mais que o dobro em seis dos sete jogos

Rodada que termina nesta quinta-feira começou quente

A semana da Copa Libertadores ainda não acabou, mas já está sendo extremamente lucrativa. Seis dos sete jogos até aqui, renderam mais do que o dobro do valor aplicado nas casas de apostas de futebol. No entanto, se consideramos o saldo de gols, podemos dizer sim que todos garantiram este valor.

Isso porque a vitória do Lanus-ARG para cima do Zulia-VEN por 5 a 0 pagou apenas R$ 1,20 por cada real, mas quem apontou a diferença de cinco gols levou para casa inacreditáveis R$ 11,00, segundo números do Oddsshark.com/br. Aliás, nem precisava ser tão audacioso para comemorar muito. O retorno por três ou mais de saldo pagou R$ 2,67.

Outra goleada bem interessante foi do Deportes Iquique-CHI para cima do Zamora-VEN por 4 a 1. Como o jogo foi na Venezuela, quem apontou no simples do triunfo dos chilenos já faturou alto, R$ 3,20 em cada real, mas a goleada aumentou o lucro em mais R$ 11,30.

Mais duas vitórias

A quarta-feira ainda teve dois magros 1 a 0, mas que renderam bastante. Mesmo diante dos atuais campeões, os Estudiantes-ARG se recuperaram e venceram o Atlético Nacional-COL, dando R$ 2,10 em cada real.

O mesmo ocorreu com o Libertad-PAR, que com um gol ainda no primeiro tempo, bateu o Atlético-MG, rendendo R$ 2,40 e ficando vivo na disputa pela classificação.

Empates pagam boas cifras

A rodada teve também três empates, que deram mais que o triplo. O destaque ficou para o 0 a 0 entre Sporting Cristal-PER e The Strongest-BOL. O futebol sonolento das equipes não tirou o zero do marcador, mas garantiu R$ 3,60 por cada real. O mesmo placar ocorreu entre Santa-Fe-COL e Santos, que foi um pouco mais agitado, mas que também ficou na igualdade, pagando R$ 3,20.

Bola na rede apenas entre Chapecoense e Nacional-URU. O time da casa até começou melhor e abriu o placar, mas acabou cedendo o empate no final do primeiro tempo. Na segunda etapa até pressionou, mas parou na defesa uruguaia, rendendo R$ 3,10 com o 1 a 1.

Botafogo mira a liderança

Fechando a rodada, os brasileiros Botafogo e Grêmio entram em campo. O alvinegro vai em busca de mais um resultado positivo, após superar o Atlético Nacional-COL, em plena Colômbia. Caso permaneça nesta boa fase, garante R$ 3,00 em cada real pela terceira vitória na fase de grupos.

O resultado até é possível, de acordo com a boa campanha do Botafogo na competição, que é bem superior ao que vem fazendo no estadual, mas para este compromisso tende mais a um empate, que dá R$ 3,20. Isso porque o adversário também faz uma boa Libertadores, com duas vitórias. Os equatorianos, até chegam como mais cotados e dão R$ 2,40, de acordo com estatísticas do Oddsshark.com/br.

Grêmio busca regularidade dentro da partida

Em termos de resultados, dá para ficar bastante confiante com o Grêmio, que segue na luta dos títulos que disputa. No entanto, a equipe oscila muito dentro da própria partida. No último compromisso, por exemplo, o tricolor abriu 3 a 0 diante do Deportes Iquique-CHI e por muito pouco não levou um empate, mesmo atuando na sua Arena.

Como nesta quinta-feira entra em campo contra um adversário mais forte, o Guarani-PAR, uma nova vitória, que paga R$ 2,50 em cada real parece uma missão bem espinhosa. Sendo assim, é melhor investir no empate, que rende R$ 3,20.

Do outro lado, o time da casa vem de sete triunfos nos últimos 10 jogos e dão R$ 2,88 pelos três pontos, que lhe garantem a ponta isolada do grupo.

Mais duas partidas nesta quinta-feira

Também neste último dia de jogos da Libertadores, outras duas partidas são excelentes opções de investimento. Primeiro, às 19h30, o Godoy Cruz-ARG não deve ter dificuldade de bater o Sport Boys-BOL e pagar R$ 1,36 em cada real. Com quatro pontos na competição, os argentinos são bem superiores aos visitantes, que já levaram oito gols no torneio. Os bolivianos são completos azarões e dão R$ 4,50 por um empate e R$ 9,00 pela vitória, segundo dados do Oddsshark.com/br.

Já o Independiente Medellin-COL aparece superior ao Melgar-PER, mas sem tanto favoritismo assim. De qualquer forma, deve sair com uma vitória em casa, pagando R$ 1,40 em cada real. Porém, aqui até é válido arriscar numa zebra, como um empate, que rende R$ 4,50. O triunfo peruano já seria uma missão um pouco mais complicada e oferece R$ 8,00.

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Enquanto Corinthians achar que “pênaltis é loteria” continuará sendo derrotado

É um dos maiores ditados do futebol, principalmente para os derrotados: “disputa de pênaltis é loteria”. Pura balela!!! Talvez a disputa por pênaltis seja o momento no qual a técnica dos jogadores e a qualidade dos goleiros sejam postas frente a frente de forma mais contundente durante toda uma partida de futebol. Não há bola que quica e tira o atacante da jogada, não há zagueiro que empurra contra o próprio gol, não há erro de juiz. Existem só 2 homens decidindo o futuro de um time, colocando em prática o que treinaram durante toda uma vida.

Ou melhor, deveria ser assim, mas parece que para o Corinthians a disputa por pênaltis é apenas uma loteria. “Vamos apostar” ou “faz o que der” deve ser o que técnico após técnico fala na hora H nos últimos 4 anos de cobranças mal sucedidas e defesas que nunca vêm.

Tudo começou naquele fatídico Grêmio x Corinthians onde Alexandre Pato fez uma das cobranças mais ridículas da história de futebol e depois deu entrevista dizendo que treinou a cobrança daquele jeito. O dia era 23 de outubro de 2013 e o goleiro do time paulista era Walter, que pegou a primeira cobrança, foi na bola na segunda, que bateu na trave, e chegou na terceira mas espalmou para dentro do gol. Dos 5 pênaltis batidos, o Corinthians perdeu 3 (contra 2 dos gremistas) e foi eliminado daquela Copa do Brasil.

Veio o Campeonato Paulista de 2015 e a situação se repetiu. Mais uma vez o time saiu na frente nas cobranças, após Robinho chutar no espaço o primeiro pênalti palmeirense, mas na hora de converter o quinto pênalti da série e sacramentar a vitória, Elias foi parado por Fernando Prass, que também pararia Petros e daria a vitória para o rival alviverde por 6 x 5.

Um ano depois, a sina continuou. Na mesma fase, a semifinal, contra o Audax, o time do interior deu um pequeno passeio na disputa: 4 x 1, com André marcando e Fagner e Rodriguinho perdendo seus pênaltis. As 4 bolas batidas pelo Audax entraram.

Aliás, em 2016, a marca do Corinthians foram os pênaltis desperdiçados. Só no primeiro semestre, além da eliminação do Campeonato Paulista, a eliminação da Libertadores também teve pênalti desperdiçado no momento decisivo, já que contra o Nacional do Uruguai, na partida que eliminou a equipe, André perdeu uma cobrança (Marquinhos Gabriel ainda marcaria, também de pênalti) no final do jogo. Os números do primeiro semestre foram simplesmente bizarros: 4 gols e 7 pênaltis perdidos em 11 cobranças, com Rodriguinho, Luciano, Romero, Lucca, Giovanni Augusto e André atuando como “batedores oficiais” e todos perdendo pênaltis.

Pênalti perdido tirou Corinthians da Libertadores 2016

No segundo semestre, as coisas melhoraram um pouco: 3 pênaltis convertidos em 4, no Brasileirão, sendo que o pênalti perdido por Marquinhos Gabriel e defendido por Sidão, do Botafogo, fez diferença na classificação para a Libertadores. Na defesa, foram 3 pênaltis convertidos pelos adversários em 4 tentativas. Na única defesa, feita por Cássio contra o Fluminense, Cícero fez o gol no rebote.

No total da temporada 2016, os números são gritantes e horríveis: 7 gols feitos e 8 perdidos em cobranças de pênaltis, um aproveitamento de 46,7%, contra uma média de aproveitamento de 76,7% em todo o Campeonato Brasileiro, por exemplo. No ano, 7 dos 8 pênaltis batidos contra o Corinthians entraram e as perdas de pênalti tiveram influência decisiva nas eliminações do Campeonato Paulista e da Libertadores, além da luta pela vaga na Libertadores desse ano via Brasileirão.

Em 2017, porém, a sina de pênaltis continua. O Corinthians até tem um batedor oficial, Jô, que marcou 3 gols em 4 cobranças até agora, todas iguais, no mesmo lado. Não é isso que se espera de um batedor oficial, claro. Porém, em 3 disputas de pênaltis até agora, foram 2 derrotas e uma classificação que beirou o milagre, contra o Brusque. Vieram a perda do título da Flórida Cup para o rival São Paulo e a eliminação da Copa do Brasil, contra o Internacional, que já deveria ter vindo contra o Brusque, se os jogadores catarinenses não errassem os dois últimos pênaltis da série.

Inter comemora vitória nos pênaltis.

Em números, o time converteu 11 de 17 cobranças a favor (64,7%) em disputas de pênalti na temporada, tomando 12 gols nas mesmas 17 cobranças (70,6%). Cássio defendeu 2 cobranças (11,8% das bolas), enquanto os goleiros adversários defenderam o dobro, 4 (23,5%). Somando as duas eliminações anteriores, a discrepância fica ainda maior: são 18 gols marcados em 27 cobranças (66,7%) e 22 gols sofridos em 28 cobranças (78,6%). São 7 defesas dos goleiros adversários e apenas 2 de Cássio, goleiro corintiano nas 5 ocasiões.

Pior que qualquer número, porém, é a postura do time na hora da cobrança e a qualidade das mesmas. Em tempo normal, como pode um time ter 8 batedores “oficiais” em uma mesma temporada? Sim, em jogos isolados de 2016, Rodriguinho, Luciano, Romero, Lucca, Giovanni Augusto, André, Marquinhos Gabriel e Marlone bateram pênaltis, e só o último não desperdiçou cobrança. Em 2017, o time até tem um batedor oficial, mas, sinceramente, qualquer goleiro com o mínimo de estudo sabe que Jô baterá o pênalti em seu lado esquerdo, rasteira ou à meia altura. Foi assim em todas as suas últimas 8 cobranças (pelo menos), incluindo seus quatro gols de pênalti pelo Jiangsu Suning.

Mais do que a falta de um batedor, o que parece realmente é que o time não se prepara para esse momento tão importante no futebol. As cobranças de Maycon e Marquinhos Gabriel ontem, por exemplo, mostram uma incapacidade de ter sangue frio e notar que o goleiro já pulou bem antes da cobrança, como fizeram quase todos os jogadores do Internacional, deslocando o Cássio. Esperar isso de um garoto como Maycon é normal, mas Marquinhos Gabriel sempre se notabilizou por tirar do goleiro na hora da cobrança. Foi assim, por exemplo, contra o Nacional e o América-MG. Mas ontem o pênalti era decisivo…

No gol, a situação parece ainda pior. Cássio pegou até hoje, em jogos, apenas quatro pênaltis pelo Corinthians, de Eduardo da Silva (que jogava pelo Flamengo, em 2014), Rogério Ceni (pelo Paulistão de 2015), Alan Kardec (no fatídico 6 x 1 contra o São Paulo, também em 2015) e Cícero (que fez o gol do Fluminense no rebote, em 2016). Em disputas de pênaltis, foram 3 defesas (incluindo a de Luis Fabiano no Paulistão de 2013) em 33 bolas batidas pelos adversários (9,1%). Mais uma vez, mais do que apenas os números, a postura do goleiro corintiano nessa situação é bastante ruim. Cássio se encolhe nas cobranças, salta (muito) antes do atacante adversário que, com o mínimo de calma, desloca-o facilmente. Além disso, não consegue saltar tão bem nos cantos, e mesmo quando acerta o canto acaba sem pegar mesmo pênaltis batidos de forma mediana. Foi assim contra Brusque e São Paulo, por exemplo. Ontem, chegou ao cúmulo de praticamente sentar no chão em uma das cobranças e sair reclamando de paradinha no último pênalti do Internacional.

Já o goleiro reserva corintiano, Walter, tem uma postura bastante diferente nas cobranças de pênalti. No Paulistão de 2013, antes de ser contratado pelo Corinthians, ele defendeu 2 de 3 cobranças, incluindo as de Chicão, do próprio Corinthians, e de Osvaldo, do São Paulo. Na disputa contra o Grêmio, defendeu logo de cara o chute de Barcos e pegaria o de Alex Telles, que bateu na trave. Mesmo descontando esse chute, que não entrou mas também não foi defendido, são 3 defesas de pênalti em 7 cobranças, uma média de 42,8%. É o mesmo número de defesas que Cássio tem em 28 bolas que foram ao seu gol (excluindo, logicamente, as que o adversário chutou para fora ou na trave) em disputas da marca da cal (10,7%). Mais que apenas isso, a postura de Walter em pênaltis gera um componente emocional de preocupação a mais no adversário que Cássio não gera, já que a maioria dos jogadores sabe que ele não é bom nessa situação.

Walter é a melhor opção para disputas de pênaltis no Corinthians

Assim, parece coerente a colocação de Walter no lugar de Cássio para a disputa de pênaltis, até porque no gol eles são similares e o paulista era até titular do time no segundo semestre do ano passado, antes de sofrer uma lesão. Cássio gosta muito de cobrar seus companheiros e criticar falhas, mas precisa também ser cobrado e não viver apenas do que fez, grandiosamente, em 2012. A presença de Walter nas cobranças de pênaltis, mais que apenas uma opção, é uma necessidade do Corinthians, cuja torcida não aguenta mais sofrer em pênaltis.

Parece, porém, que ninguém no Corinthians pensa assim. A eliminação de ontem, com uma penca de gols perdidos na cara do goleiro e pênaltis batidos de forma bizarra, é, segundo o elenco, um “acidente”. Tá na hora, então, de focar no psicológico e treinar mais finalizações, para que em momentos tão importantes, a torcida não corra o risco de ver seu time ser eliminado de Libertadores, Copa do Brasil e Campeonato Paulista, de novo, por “acidente” ou “loteria”.

Um ponto curioso: Nas 7 disputas de pênalti envolvendo o Corinthians aqui citadas, o time bateu por último, na teoria uma situação pior, em 6 delas. Seria isso azar no cara e coroa ou alguma orientação (burra) que os jogadores seguem, escolhendo bater sempre por último, com muito mais pressão que o adversário?

Um ponto curioso 2: Nas 5 disputas de pênalti perdidas, o time esteve em vantagem em 3 delas, contra Grêmio, Palmeiras e Internacional. No caso do Inter, a vantagem não foi numérica, mas Maycon teve a chance de colocar o Corinthians na frente após o pênalti perdido por William.

Um ponto curioso 3: Na Copa São Paulo de Juniores de 2016, o time perdeu a final para o Flamengo tendo 3 x 2 após 3 cobranças de cada lado. Naquela oportunidade, Maycon abriu o marcador para o Corinthians.

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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Rodrigo Caio e o espelho que não queremos ver

O Brasil vive um momento ímpar em sua história. Entre listas e delações, surge a certeza de que a corrupção na política é algo sistêmico e antigo, passando por governos e suas respectivas oposições, entre a direita e a esquerda.

Como esperado, a sociedade brasileira apontou o dedo à Brasília, condenando aqueles que foram eleitos para estarem lá. Uma postura justa, sem dúvida alguma, mas que também exige reflexão.

A política não é uma ilha isolada do restante da população, tampouco se trata de uma dimensão à parte de tudo. Não se pode dizer que os 200 milhões de brasileiros são meros reféns da classe política.

Existe um espelho incômodo que não queremos ver. A corrupção está em nosso dia a dia. No sinal pirateado da tv à cabo, na carteirinha falsificada para se comprar meio ingresso, na “cervejinha” paga ao policial para se livrar de uma blitz e por ai vai.

Para ser corrupto não é preciso usar terno e receber propina, assim como para ser honesto não basta se dizer indignado com a corrupção.

O futebol é um reflexo da sociedade, seja em campo ou na arquibancada. Por essas bandas sempre reinou a ideia de se vencer a qualquer custo, mesmo que seja no jeitinho, na malandragem romântica tupiniquim.

Por isso a atitude de Rodrigo Caio desperta tamanha repercussão. Ela rompe com o discurso boleiro tradicional, tanto que dividiu o próprio vestiário do São Paulo.

É uma questão cultural. Vai além dos elencos são-paulino e corintiano. Há enraizada uma cultura de se vencer a qualquer modo, alimentada por todos que estão em torno do futebol. O campo acaba sendo visto como um espaço à parte da sociedade, aonde é permitido cavar faltas, inventar lesões, intimidar o adversário e tudo o que for preciso para sair vitorioso.

Esse tipo de pensamento não se muda do dia para a noite e não se pode exigir que todos sejam como o zagueiro do São Paulo e da seleção brasileira. Mas a verdade é que Rodrigo Caio escancarou o espelho que não queremos ver…

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O “dérbi dos dérbis” em Portugal: Sporting x Benfica

 

(por Simão Mata)

Sporting x Benfica, no estádio Alvalade XXI, num jogo a contar para o campeonato português (jornada 30 de um total de 34). Para o Sporting, já arredado do título nacional, uma vitória representará a possibilidade de chegar ao segundo lugar da Liga Portuguesa. Bem como a sensação de glória por derrotar um eterno rival. Já para o Benfica, uma vitória poderá representar a consolidação do primeiro lugar. E, com isso, a eventual passadeira vermelha para o quarto título consecutivo. O que seria facto histórico no clube das águias.

Leia mais: No Benfica, ser campeão português virou obrigação

Destaques do Sporting

As equipas têm jogado numa organização tática de 4-4-2. Do lado leonino, o avançado holandês Bas Dost é o maior goleador do Campeonato Português. E, a nível europeu, apenas é ultrapassado por Lionel Messi em golos marcados. Dost é, de facto, um avançado temível, rápido, ágil e felino no momento do golo.

 

Nas suas costas, o argentino Alan Ruiz apresenta-se em boa forma. Apagou as dúvidas e reticências que permaneciam sobre ele no início da temporada. Tem marcado ou dado a marcar um bom número de tentos do Sporting nos últimos jogos. Destaque ainda para o extremo direito dos leões, Gelson Martins. Jovem extremo de 21 anos. Veloz no um para um, bom driblador e atualmente a verdadeira “pérola” da formação do Sporting.

 

Encarnados

O Benfica tem o avançado brasileiro Jonas, avançado rápido e imprevisível. A sua imprevisibilidade resume-se a estar completamente “ausente” da partida. E, quando menos se espera, “aparece” e marca o golo da vitória.

 

Ao seu lado no ataque, o grego Kostas Mitroglou apresenta-se como mais um jogador em afirmação plena nesta equipa do Benfica. Um meio campo recheado de bons jogadores. Como Samaris e Pizzi dão retoque a este Benfica auspicioso do tetra. Uma nota para o guardião brasileiro do Benfica, Ederson. Um guarda-redes bastante seguro entre os postes, que tem dado cartas no campeonato português.

 

Comandantes

 

Do lado dos treinadores, a rivalidade é também acirrada. Tendo como arena predileta as conferências de imprensa. Jorge Jesus, do lado do Sporting, antigo treinador do Benfica, é uma personagem polémica no futebol português. Considerado por uns como um “génio da tática e do treino”. E, por outros, como um “incendiador” de conflitos dentro e fora das quatro linhas.

Rui Vitória, que já retirou a conquista de uma Taça de Portugal ao Benfica quando era treinador do Vitória de Guimarães, é um treinador que tem conseguido impor o seu espaço e implementar as suas ideias no clube encarnado. Um treinador aparentemente mais sereno que Jesus. Menos dado a polémicas mediáticas, mas que acaba por refletir alguma insegurança nos momentos cruciais da época.

Um dérbi é sempre um dérbi, com tudo de imprevisível e mágico isso tem. Mas um Sporting x Benfica tem sempre algo de mágico em Portugal. Não se resumindo ao “dérbi de Lisboa”. Extravasa muito a capital do País. Percorre Portugal inteira e mundo fora.

Que o jogo seja fantástico e que os adeptos dignifiquem o espetáculo futebolístico.

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terça-feira, 18 de abril de 2017

Apesar da controvérsia, Real Madrid se impõe e garante as semifinais mais uma vez

Foi pênalti?

Brasileiros garantem cifras altíssimas em rodada da Libertadores

Sem dar tempo pra respirar, a Copa Libertadores volta nesta semana e os retornos das casas de apostas de futebol estão interessantíssimos nesta rodada. Dos cinco brasileiros, quatro pagam mais que o dobro do valor do aplicado, sendo que três chegam a superar o triplo.

Neste sentido, o principal destaque é o Santos, que paga R$ 4,33 por cada real por uma vitória sobre o Santa Fe-COL, fora de casa. No entanto, considerando a má fase do alvinegro praiano, o resultado seria uma certa surpresa. A dica então é investir no empate, que dá R$ 3,25, segundo números do Oddsshark.com/br. A razão disso passa pela situação do adversário, que também vem em baixa, com três tropeços em quatro jogos. Quem preferir investir no mandante, saiba que o clube rende R$ 1,91.

Chapecoense é a melhor opção

Dos cinco brasileiros, o que entra em campo com maior favoritismo é a Chapecoense. Além de jogar na Arena Condá, a equipe chega de oito triunfos consecutivos. A moral está tão elevada, que o clube levantou o caneco do segundo turno do catarinense neste fim de semana. Se levar isso para a Libertadores, vence sem dúvidas, garantindo R$ 2,38 por cada real.

Do outro lado, o Nacional-URU é um rival forte, com bem mais reputação, mas deve buscar no máximo um empate, que dá R$ 3,20. Uma vitória rende um pouco menos, R$ 3,10.

Botafogo tenta manter boa fase

Apesar da derrota para o Vasco na final da Taça Rio, o Botafogo vive um bom ano. Sem esconder de ninguém que o foco é a Libertadores, o clube vem colhendo os frutos desta prioridade na competição. Na última semana, conquistou um resultado excelente fora de casa, contra o atual campeão, Atlético Nacional-COL. O triunfo por 2 a 0 na Colômbia rendeu inacreditáveis R$ 6,50. Para este compromisso, contra o Barcelona-ECU, o retorno é mais modesto, de R$ 3,00.

Com o que o time de Jair Ventura tem feito, é difícil duvidar da capacidade do alvinegro, porém o mais prudente seria investir no empate, que dá R$ 3,20. Porque por mais que o desempenho esteja satisfatório, duas vitórias seguidas como visitante é uma missão complicada para qualquer um no torneio. Além disso, os equatorianos também estão bem, com 100% de aproveitamento. Caso alcancem o terceiro triunfo, dão R$ 2,40, de acordo com estatísticas do Oddsshark.com/br.

Atlético-MG busca embalar

Antes da bola rolar contra o Sport Boys-BOL, o Atlético-MG era favorito absoluto. Porém, quando já no segundo tempo, o clube estava perdendo por 2 a 1, o alerta foi ligado. O time até reagiu, goleou por 5 a 2, mas ficou a lição de não encarar nada com tanta facilidade.

Nesta quarta-feira, isso vai ser importante, pois o Libertad-PAR está em baixa, com duas derrotas consecutivas, mas é bem perigoso atuando em Assunção. Prova disso é que os paraguaios chegam como mais cotados, dando R$ 2,30 em cada R$ 1,00. O resultado de fato é possível, mas meu palpite é numa resposta mineira. Embalado com o faro artilheiro de Fred, que anotou quatro gols no último jogo da Libertadores, os brasileiros levam essa, rendendo R$ 3,10. Se preferir, o empate garante um pouco mais, R$ 3,25.

Grêmio com compromisso difícil

A semana traz outro duelo entre Brasil e Paraguai. Este parece ser ainda mais complicado, pois o Guarani-PAR ganhou seus dois compromissos na competição e divide a ponta com o Grêmio.

Os Gaúchos, apesar dos seis pontos, levaram um susto diante do Deportes Iquique-CHI. Depois de abrir 3 a 0, o clube parou e tomou um sufoco, tendo que se segurar no 3 a 2. Com estes apagões momentâneos, fica difícil confiar em uma vitória fora, que dá R$ 2,50. Caso queira acreditar nos brasileiros, o mais recomendável é investir no empate, que garante R$ 3,20.

Com sete triunfos nos últimos 10 jogos, o Guarani aparece como favorito, rendendo R$ 2,88 pelos três pontos, que lhe garantem a liderança isolada da chave. Outra boa dica aqui é colocar R$ 1,00 que o embate tenha mais de dois gols, que dá 29% de lucro.

Confira os demais confrontos desta semana da Copa Libertadores, segundo dados do Oddsshark.com/br.

18/04 – Lanus-ARG (1.18) x (15.00) Zulia-VEN. Empate: 6.50

18/04 – Sporting Cristal-PER (1.95) x (4.00) The Strongest-BOL. Empate: 3.40

19/04 – Estudiantes-ARG (2.05) x (4.00) Atlético Nacional-COL. Empate: 3.10

19/04 – Zamora-VEN (2.30) x (3.10) Deportes Iquique-CHI. Empate: 3.25

20/04 – Godoy Cruz-ARG (1.50) x (7.50) Sport Boys-BOL. Empate: 3.80

20/04 – Independiente Medellin-COL (1.40) x (8.00) Melgar-PER. Empate: 4.50

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