sábado, 10 de novembro de 2018

Boca x River: A Final do Século!

Já sabemos que a Copa Libertadores é a principal competição entre clubes da América. Conhecemos ainda o desejo das equipes do nosso continente em conquistá-la e a importância que carrega essa competição, além da concessão ao campeão disputar o Mundial de Clubes.

Mas, convenhamos, quem quer saber do Mundial de Clubes quando a Final da Libertadores é diante do seu principal rival? Com todo respeito aos outros clubes, mas esta é a Final dos sonhos de todos os admiradores do futebol. É como aguardar ansiosamente por um Brasil x Argentina em Final de Copa do Mundo ou por um Barcelona x Real Madrid em decisão da Champions League.

Na Argentina, a decisão é definida como uma ‘Final histórica’, alguns citam ‘Final do Mundo’ – realmente o mundo estará de olho – enquanto os torcedores vislumbram a possibilidade de ganhar a Libertadores diante do arquirrival – certeza de uma marca que nunca irá se apagar na memória dos ‘hinchas’ e história dos clubes. E diria mais: é a Final do Século!

Guillermo Schelotto vs Marcelo Gallardo – Duelo dos Misters

Schelotto x Gallardo: conhece as características dos técnicos? (Reprodução: Diário Olé)

Dois treinadores que representam a nova safra do futebol argentino. Tanto Schelotto, quanto Gallardo, já presenciaram Superclássicos quando jogadores – conquistaram a Libertadores por seus respectivos clubes – e na função atual de ‘Misters’, se encaram por Boca e River desde o ano 2016.

Nos primeiros embates entre os técnicos de Boca e River houveram dois empates sem gols. No geral, além dos empates citados, são cinco vitórias para Marcelo Gallardo e três em prol de Guillermo Schelotto. Chegou a hora do Superclássico mais importante da história para os clubes e envolvidos.

Guillermo, auxiliado pelo seu irmão Gustavo Schelotto, teve dificuldades para encontrar um Boca Juniors seguro. Primeira fase da competição inconstante – muitos atletas lesionados – e uma dificuldade de definição tática e técnica para a equipe titular. Para as fases decisivas, o Boca passou a contar com os jogadores que voltaram de lesões e Schelotto conseguiu fomentar uma segurança defensiva: o Boca ainda está invicto nas fases decisivas desta edição de Libertadores e não sofreu gol em casa desde as Oitavas. É um técnico que busca adaptar suas equipes para manter uma defesa forte, equilíbrio tático e velocidade pelas bandas.

Por outro lado, Marcelo Gallardo talvez seja o principal comandante técnico da América no momento. Assumiu o River Plate após um rebaixamento e reconstruiu a imagem do clube entre os principais do continente. Conquistou a Libertadores em 2015, elevou o nível de futebol jogado da equipe que busca pelo protagonismo sem abrir mão de um equilíbrio tático e chega para decidir a Libertadores no Superclássico mais importante da história.

Características de Jogo

Boca Juniors

Não dá para dizer que o Boca Juniors mudou “da água para o vinho” nesta fase decisiva da Libertadores. A equipe ainda deixa a impressão de que poderia render mais do que demonstra, muito pelas qualidades individuais.

Ainda assim, o Boca chega a mais uma decisão de Libertadores ao seu velho estilo de fazer uma fase de grupos regular, o mínimo para classificar, e crescer a partir das fases decisivas. Decidir a primeira partida em seus domínios (La Bombonera) também parece ser um trunfo do Boca Juniors na disputa pela competição.

Apesar das dificuldades de gestão do grupo, Schelotto deixa explícito a sua preferência pelo 4-3-3. Um sistema defensivo sólido é uma das premissas de Schelotto neste Boca. A defesa elevou o rendimento após a chegada de Carlos Izquierdoz. O zagueiro que estava no futebol mexicano assumiu a titularidade e ganhou a vaga do experiente Paolo Goltz. Olaza, lateral-esquerdo contratado junto ao Talleres, é outro que assumiu a posição após a grave lesão de Frank Fabra. Os recém-contratados formam o setor defensivo ao lado de Rossi, Jara – frágil na marcação e cede espaços – e Magallán, de bom posicionamento, porém pouco veloz.

Leia também: Schelotto e a busca por uma definição no Boca Juniors

Encorpar o meio de campo com uma trinca de volantes que possa oferecer alguns atributos, dentre eles, o dinamismo, o poder de marcação e finalizações de média distância – vide abaixo a chegada de Pablo Pérez como fator supresa. Após encontrar essas características, Schelotto não abre mão de Nahitán Nández, Wilmar Barríos e Pablo Pérez no setor. A confiança é tamanha que, por exemplo, Fernando Gago – identificado com torcida e clube – fica entre os reservas.

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Para formar o ataque, Schelotto opta por jogadores de mobilidade, poder de finalização e, sobretudo, velocidade pelos lados. Característica esta, a principal do jovem atacante Cristian Pavón. A velocidade de Pavón auxilia ao Boca Juniors nas tentativas de aproveitar as brechas deixadas na marcação dos laterais adversário. Pavón é o jogador que mais ofereceu assistências para gol (05) no Boca nesta edição de Libertadores.

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Pablo Pérez lança, Pavón se infiltra por trás da marcação (Imagem: FoxSports)

No flagra, vale a percepção para a movimentação (saída) de Benedetto da referência, atraindo a marcação dos zagueiros para facilitar a infiltração do atacante velocista enquanto que Zárate e Olaza se aproximam e pisam na área pelo flanco oposto.

O setor ofensivo ainda é dúvidas para Guillermo Schelotto. Ábila ou Benedetto? Pavón pela direita ou esquerda? Villa, Tévez ou Zárate? Cardona ainda corre por fora. Muitas são as opções, apesar de que, o comandante ficou satisfeito com a atuação da trinca Villa, Ábila e Pavón diante do Palmeiras. Seria um presságio?

River Plate

Já a equipe de Gallardo é adepta ao protagonismo. Não que o Boca não tenha capacidade para atacar – chega até com mais gols marcados (21) para a decisão da Libertadores do que o River (14) – porém as ideias de Gallardo são mais propositivas.

O River Plate tem um plantel de qualidade invejável, principalmente no setor ofensivo, por isso a aposta de Gallardo nas qualidades individuais dos seus atletas. Uma das premissas da equipe de Gallardo, sobretudo quando atua no Monumental de Nuñez, é a marcação à pressão.

A ideia é elevar o número de jogadores no campo de ataque e pressionar a saída de bola adversária com a possibilidade de recuperar a bola o mais próximo possível do gol do rival.

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Marcação à pressão do River Plate (Imagem: pasionriver.tv)

A intensidade que os atletas do River Plate colocam a cada partida é fundamental para essa pressão nas saídas de bola do adversário. Rápida troca de passes, infiltração dos volantes na área, a aproximação dos meias criativos e a amplitude dos laterais são características ofensivas deste River de Gallardo.

Dizem que toda boa equipe começa por um bom goleiro. Essa premissa é válida para o River de Gallardo. Franco Armani, goleiro de seleção Argentina, é um dos – poucos – pontos de segurança da defesa do River Plate. Montiel na direita e Casco pela esquerda são laterais que aportam muito no jogo ofensivo, oferecendo amplitude à equipe.

Essa amplitude é realizada para que os pontas possam infiltrar ao centro, que por características fazem o famoso ‘facão’ e auxiliam na criatividade da equipe. Os laterais aumentam o número de homens no setor ofensivo e auxiliam nas tentativas de abrir as linhas de marcação do adversário.

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Movimentação ofensiva do River Plate (Imagem: pasionriver.tv)

Fechando a defesa, muita experiência com os zagueiros Jonathan Maidana e Javier Pinola. É uma dupla de vigor físico, gostam do embate com os atacantes, fortes na antecipação, técnica para iniciar as jogadas com a bola nos pés, sobretudo o Pinola, porém sentem dificuldades quando encaram atacantes velocistas e cometem falhas de posicionamento nas jogadas aéreas.

A equipe de Gallardo, geralmente, atua apenas com um volante de características de marcação – na Bombonera deve jogar com dois: Zuculini e Enzo Pérez, Ponzio está fora por lesão – e a aproximação aos volantes de contenção é realizada por Exequiel Palácios que possui características de um ‘volante área a área’ ou ‘ida y vuelta’. Especulado pelo Real Madrid, Palácios oferece mobilidade, dinamismo, chegada ao ataque como fator surpresa e finalizações de média distância.

O ataque é a principal força deste River Plate. ‘Nacho’ Fernández, ‘Pity’ Martínez e ‘Juan Fer’ Quintero disputam por vaga para completar o meio de campo. Fernández é um jogador com passe qualificado, pisa na área do adversário, porém é menos criativo que Martínez e Quintero. O camisa 10 é a principal peça do elenco de Gallardo: velocidade com a posse, técnica, criativo, rompe linhas de marcação e, ao seu favor, excelentes atuações nos últimos Superclássicos.

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Para completar o setor ofensivo, Santos Borré com características de velocidade, explora os lados do campo, mas também auxilia no combate e recomposição sem a bola e terá a companhia de Lucas Pratto, um típico “9” com excelente poder de finalização, porém que consegue fazer bem o ‘fora área‘, abrindo espaços para os que chegam de trás.

Leia também: Bola Cheia! Conheça o River Plate de Gallardo

No banco, Gallardo ainda conta com Ignácio Scocco, atacante que se movimenta bem em todo o último terço e tem um excelente poder de finalização. Marcou gol nos dois últimos Superclássico.

Além da incidência ofensiva, o River tem um estilo de jogo vertical, que busca, em poucos passes, chegar ao gol adversário. Essa rápida transição ofensiva faz com que os contragolpes sejam trunfos no estilo de jogo da equipe de Gallardo.

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Jogada de contra-ataque do River Plate (Imagem: pasionriver.tv)

A Final do Mundo

É uma decisão de Copa Libertadores, a principal competição entre clubes da América, porém é uma rivalidade que transcende as linhas geográficas do Continente. O mundo fala desta final, pessoas influentes no futebol palpitam sobre o Superclássico.

“Boca ainda não tinha se classificado, mas todos já falavam sobre o Superclássico na final. Não tenho favoritos, que vença o que apresente um melhor futebol” – Paulo Dybala.

“Não torço por nenhum deles, mas uma final assim vai mexer com o mundo. Desejo sorte e que vença o melhor. Sou torcedor do Newell’s Old Boys” – Mauro Icardi.

Além dos argentinos que formam a dupla de ataque da seleção neste momento, outros jogadores palpitaram sobre o Superclássico e até deixaram claro a sua torcida.

“Pela relação que tenho com Tévez quero que o Boca seja campeão. Perdemos uma final de Champions League juntos, quero que ele seja e faça o seu povo feliz” – Buffon.

“Escolho o Boca pela tradição. É uma equipe que sabe jogar a Libertadores. Não sigo muito o futebol argentino, mas ao falar em Boca Juniors temos que respeitar bastante” – Júlio César, ex-goleiro de Flamengo e Inter de Milão.

“Não sei quem vai ganhar, mas tenha a certeza que vou assistir” – José Mourinho.

Contudo, chegam à Final duas equipes com elencos qualificados e que desempenham bem as suas características de jogo. Por fim, abaixo, todos os gols de Boca Juniors e River Plate nesta edição de Libertadores.

Todos os gols do Boca Juniors na Libertadores 2018

 

Todos os gols do River Plate na Libertadores 2018

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CAF Champions League 2018: Espérance de Tunis x Al-Ahly Cairo – o capítulo final

Após 145 jogos, com 348 gols, média de 2,4 gols/jogo, chega ao final, nesta sexta-feira (9) a 54ª edição da Liga dos Campeões da África/CAF Champions League, principal interclubes do continente africano, que classificará o campeão para o Mundial Interclubes Fifa, em dezembro, no Emirados Árabes Unidos. A edição 2018 da competição coloca frente a frente, o multicampeão, Al-Ahly, do Egito, que disputa a sua 12ª final, enfrentando os tunisianos do Espérance de Tunis, que está em sua 7ª final de Liga. No jogo de ida, na semana passada, no Borg El-Arab Stadium, em Alexandria, o Al-Ahly conquistou uma importante vantagem, ao vencer por 3×1 em jogo onde o VAR foi decisivo, bem como muito questionado.

O certo é que a final deste ano deixa claro, mais uma vez, o poderio dos clubes da África Árabe (dos países geograficamente localizados na região norte do continente), fruto obviamente da força econômica destes, que claro, deixa evidente o profissionalismo em um grau bem mais elevado dos mesmos, na comparação com os demais clubes africanos. Entre os semifinalistas da edição atual, três eram de países do norte: um egípcio, um tunisiano e um argelino e apenas um clube (de Angola) representava a dita África Negra. O domínio têm sido tão amplo que das últimas 10 finais, apenas em 2009, não tivemos nenhum clube da África do Norte presente. De lá para cá, sempre tivemos a presença de representantes desta região do Continente.

No radar: Al-Ahly Cairo

Maior vencedor da CAF Champions League, com oito títulos e eleito o clube africano do século, pela FIFA; o Al-Ahly Cairo, atualmente comandado pelo francês Patrice Carteron, segue mantendo a tradição de equipe mais copeira do futebol africano. Certamente um dos grandes segredos está na manutenção do elenco das últimas temporadas. Com uma tradição de revelar jogadores e contratações pontuais, a equipe prova que a sua filosofia de trabalho, em geral, segue sendo algo de sucesso. Nesta edição da CAF Champions League, foram 13 jogos, com 8 vitórias, 2 empates e 2 derrotas.

O Al-Ahly terminou a fase de grupos, com 13 pontos ganhos, liderando a chave A da competição, a frente do próprio Espérance de Tunis, com 13 pontos ganhos. Entretanto, os primeiros jogos na chave causaram preocupação para os torcedores, pois a equipe vermelha do Cairo, empatou em casa sem gols com o adversário da final e jogando em Kampala (Uganda) foi derrotada por 2×0, pelo KCCA, sendo este um raro resultado na temporada, ainda mais por dois gols de diferença. A partir de então, o conhecido “copeirismo” dos Diabos Vermelhos, passou a prevalecer e enquanto alguns acreditavam em uma precoce eliminação, a equipe de Carteron alavancou uma sequência de quatro vitórias seguidas, que a colocaram nas quartas-de-final, onde venceram os guineenses do Horoya.

O time comandado por Carteron, é uma equipe que costuma ter controle do jogo, com boa média de posse de bola. A defesa é um ponto de destaque da equipe, que sofreu 8 gols e marcou 23 gols em outro aspecto interessante do time vermelho: o ataque. Nos últimos 20 jogos, entre o Campeonato Egípcio, CAF Champions, Liga dos Clubes Árabes e amistosos, os Diabos Vermelhos venceram 12, empataram 6 e sofreram apenas 2 derrotas. Números que demonstram a força do clube egípcio.

Taticamente o experiente treinador francês costuma escalar o Al-Ahly num 4-2-3-1. A base da equipe egípcia tem na defesa, o experiente “curinga” Ahmed Fathy, 32 anos e que já atuou em todas as posições da zona defensiva dos Diabos Vermelhos. A frente da zaga, comandando o meio-campo, o capitão Hossam Ashour é a voz da liderança. Adiante, o responsável pelo jogo de ataque acontecer é o igualmente experiente, Walid Soliman e jogando um pouco mais “isolado” na frente, o jogador referência de área, será Salah ou Marwan Mohsen, substituindo o artilheiro marroquino Walid Azaro, suspenso da final.

Em busca do seu terceiro título, Walid Soliman, aos 33 anos vive uma de suas melhores fases na carreira. O camisa 11 que atua desde 2011 no Al-Ahly é (juntamente com Walid Azaro), o artilheiro da equipe na Champions, com 6 gols e desde o segundo jogo das quartas-de-final, Soliman anotou gols em todos os jogos, incluindo os dois no primeiro  das finais; sendo peça primordial no esquema tático do clube egípcio.

                           Walid Soliman foi decisivo no jogo de ida e pode ser o grande nome egípcio na final (foto: Elfiqi/EPA)

No radar: Espérance de Tunis

Um dos clube mais ricos do continente, potência esportiva em diversas modalidades, o Espérance de Tunis busca chegar ao seu terceiro título da CAF Champions League, repetindo assim, o feito de 1994 e 2011. Entretanto a equipe comandada pelo jovem treinador e ex-jogador do clube, Moine Chaâbani terá uma dura missão, reverter a desvantagem obtida pelos egípcios no jogo de ida. A esperança tunisiana reside no fato que a equipe nesta edição da Champions já conseguiu reverter uma desvantagem, justamente na fase semifinal, quando eliminou a sensação angolana, o Clube 1º de Agosto.

O Espérance de Tunis, jogou 14 partidas, venceu 7 jogos, empatou 4 e perdeu 3. O fato que incomoda o torcedor auri-rubro, é que justamente, duas das três derrotas, foram para o Al-Ahly Cairo. Após classificar-se sem muitos problemas para a fase de grupos, na chave A, juntamente com seu adversário da final, mais o KCCA (Uganda) e o Township Rollers (Botswana), terminando em segundo lugar, com 11 pontos ganhos. Nas quartas-de-final, um clássico local, diante do grande rival Étoile du Sahel, com duas categóricas vitórias (2×1 e 1×0). Nas semifinais, diante dos angolanos do Clube 1º de Agosto, derrota no jogo de ida (1×0) e vitória de virada no jogo de volta (4×2).

Necessitando da vitória, Chaâbani deve mandar a campo, uma formação intensa e ofensiva, muito provavelmente escalada no 4-3-3, como o fez em Alexandria, há uma semana atrás. O que provavelmente deverá mudar, é a postura dos seus jogadores. Com uma defesa com média de idade de 31 anos, que sofre, por razões óbvias, com a lentidão, o que pode ser um fator complicador para uma proposta de jogo voltada ao ataque e que naturalmente deixará espaços. O meio-de-campo, muito criticado na derrota da semana passada, tem como destaque o marfinense Fousseny Coulibaly, jogador de boa chegada ao ataque, sempre pelo lado direito. No ataque, Anice Badri aberto pela direita e o argelino Youcef Belaili são jogadores de constante movimentação pelos flancos, tendo o aporte tático do centroavante Yassine Khenissi, o “homem de área”, num time que gosta do jogo aéreo, justamente uma das dificuldades do sistema defensivo egípcio.

Artilheiro da CAF Champions League, com 7 gols, Anice Badri, 28 anos é a principal esperança da virada tunisiana rumo ao tricampeonato. Nascido em Lyon (França), filho de pais tunisianos, o camisa 8, é um jogador experiente, que iniciou a carreira no Lille e após passagem pelo futebol belga, chegou em 2016 ao Espérance de Tunis. Jogador de boa estatura, costuma jogar mais aberto mas com a característica de infiltrar em diagonal, entre o lateral e o zagueiro adversário para cabecear, além de ter um bom arremate de média distância; Badri pode ser um dos nomes da final.

                         A esperança da virada tunisiana passa por Anice Badri (foto: divulgação)

A história do confronto

Um dos grandes clássicos da África e uma rivalidade recente, o primeiro duelo na CAF Champions League, aconteceu em 1990, pelas oitavas-de-final da competição. Após dois empates sem gols, os tunisianos venceram por 4×2 nos pênaltis, avançando assim na competição.

Onze anos depois, pela semifinal da principal competição interclubes da África, as equipes se enfrentaram novamente. Após empate sem gols no Cairo, Edilton Perreira, abiu o placar para o Espérance, porém Sayed Hafeez, no final do jogo empatou para os egípcios, garantindo a classificação para a final pelo gol qualificado.

Em 2007, as equipes se encontraram pela fase de grupos da competição. No turno, o Al-Ahly, vivendo talvez sua melhor fase da história, tecnicamente falando, não tomou conhecimento e goleou por 3×0 no Cairo, gols de Aboutrika, Flávio e Ossama Hosny. No returno, em Rades, o Espérance venceu por 1×0.

Em 2010, novo encontro pelas semifinais da competição e novos jogos marcados pelo equilíbrio. No Cairo, vitória do Al-Ahly por 2×1. No jogo de volta, o nigeriano Michael Eneramo marcou no primeiro minuto de jogo e os tunisianos avançaram pelo gol qualificado.

Em 2011, pela fase de grupos, mais um duelo. Em Rades, vitória da equipe auri-rubra, sobre os vermelhos, 1×0. No returno, no Cairo, empate em um gol.

Um ano depois as equipes se encontrariam novamente desta vez, assim como agora, disputando a finalíssima da Champions. Após empate em Alexandria em 1×1, os tunisianos carregavam a total confiança ante a desconfiança para com os egípcios, que surpreenderam e venceram em Rades por 2×1, levando o título.

Em 2015, o único confronto oficial que não foi disputado pela Champions League. Desta vez pela fase de grupos da Copa da Confederação CAF. No turno,em Suez, o time vermelho goleou por 3×0 e no returno, nova vitória, desta vez por 1×0.

No ano passado, um dos confrontos mais épicos, pelas quartas-de-final da CAF Champions League. No jogo de ida, em Alexandria, empate em 2×2, gosl de Abdullah Elsaid e Walid Azaro para os egípicios e Taha Khenissi e Ghilane Chaalali para os tunisianos. No jogo de volta, o Al-Ahly saiu atrás do placar, gol de Taha Khenissi, mas foi buscar a virada heroica com Ali Maaloul e Junior Ajayi, eliminando novamente o rival tunisiano.

Neste ano, as equipes se enfrentaram pelo grupo A da competição. No turno, empate sem gols no Egito. No returno, Walid Azaro, deu a vitória para o Al-Ahly em Rades.

Semana passada, tivemos mais um jogo para a história dos jogos entre Al-Ahly x Espérance de Tunis. Vitória dos Diabos Vermelhos por 3×1, coloca a equipe egípcia em grande vantagem ante os tunisianos.

O primeiro jogo da final

Na sexta-feira passada (2), tivemos o primeiro jogo da final. Ante um público apaixonado de aproximadamente 60.000 espectadores, no Borg El Arab Stadium, em Alexandria, um jogo marcado pela intensidade e pelas reclamações tunisianas para com o VAR. A primeira, relacionada ao pênalti assinalado em Walid Azaro, que originou o primeiro gol, de Walid Soliman, aos 34 minutos do primeiro tempo, que ainda teve no chute do meia Ghailene Chaali no travessão, a melhor chance do Espérance de Tunis na etapa.

Com dois gols de pênalti e uma assistência, Walid Soliman (11) foi decisivo (foto: EPA/Khaled Elfiqi)

No segundo tempo, logo aos 13 minutos, o Al-Ahly chegou pela ponta direita e Walid Soliman cruzou para a área, Chaalali falhou e Amr Elsolia entrou livre para tocar na saída do goleiro Ben Cherifia. Com grande desvantagem no placar, o Espérance de Tunis partiu para o ataque e em lance igualmente polêmico, o árbitro argelino Mehdi Abid Charef marcou pênalti em cima do compatriota Youcef Belaili, que cobrou diminuindo a diferença, aos 19 minutos.

O jogo seguia muito disputado, até que aos 32 minutos, o árbitro Charef anotou nova penalidade, desta vez, completamente inexistente, em cima do atacante Walid Azaro, que se jogou ao chegar próximo do zagueiro. O pior é que mesmo com o uso do VAR, o árbitro não voltou atrás e colocou a bola na marca penal. Soliman cobrou e fez o terceiro gol do time vermelho, decretando o placar final.

A Final: nervos a flor da pele

Após a partida, os tunisianos subiram o tom contra a arbitragem e criticaram a CAF, exigindo providências. Entretanto, a comissão disciplinar da CAF reuniu-se na quarta-feira (7) e confirmou a suspensão de Chamseddine Dhaouadi e Franck Kom, pelo Ésperance de Tunis; assim como Walid Azaro, do Al-Ahly, este por dois jogos, após a mesma consultar imagens de televisão e constatar conduta antidesportiva, além de multa de U$20 mil. Rumores de bastidores elegem a possibilidade da CAF ter imposto a suspensão ao atacante egípcio, para amenizar a ira dos tunisianos, uma vez que os jogadores do Ésperance de Tunis, suspensos automaticamente pelo terceiro cartão amarelo, fruto de punições igualmente questionadas pelos tunisianos, cogitavam a possibilidade de adentrar a estâncias superiores do tribunal de justiça desportiva para ter seus atletas em campo.

Numa queda de poderes, envolvendo sobretudo o prestígio da Federação Tunisiana de Futebol, a CAF “anulou” temporariamente a sanção imposta ao Espérance de Tunis, de não poder jogar com a presença dos seus torcedores, após incidentes de brigas entre as torcidas do Espérance Tunis e Étoile du Sahel, nas quartas-de-final. Assim, a decisão terá a presença dos torcedores tunisianos e também egípcios.

A final no Stade Olympique de Rades, está prevista para iniciar as 17 horas (horário de Brasília). No Brasil, em princípio, o SporTV, detentor dos direitos de transmissão no Brasil, sequer faz alguma menção de transmitir a partida. Assim, para quem quiser acompanhar, somente pelos links alternativos via internet. Mas você Doente por Futebol, fica por dentro dos detalhes aqui, na casa do futebol africano no Brasil.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Proteja a canela! Boca e River fazem a 1ª partida da maior final de todos os tempos da Libertadores neste sábado, veja como lucrar

Casas de apostas colocam o Boca como favorito para vencer na La Bombonera

 

Meu amigo, neste sábado, dia 10 de novembro, a partir das 18h, horário de Brasília, a América do Sul e o mundo vão parar. Teremos nada mais nada menos que a maior final de toda a história da Libertadores. Na La Bombonera, em Buenos Aires, o Boca Juniors recebe o grande rival River Plate. Vale lembrar que, na edição do ano que vem, o torneio será disputado em duelo único, em campo neutro, como é feito na Liga dos Campeões da Europa. Ou seja, este detalhe faz com que a decisão seja ainda mais especial, não acha?

Boca Juniors

Os Xeneizes, donos de seis títulos (1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007), irregulares na fase de grupos, só conseguiram chegar ao mata-mata graças a uma vitória do Palmeiras sobre os colombianos do Junior Barranquilla. Nas eliminatórias, o Boca costuma mudar completamente da água para o vinho. Com alguns reforços, a formação azul e amarela não deu mole aos adversários. Na semifinal, o oponente foi novamente o Verdão.

No encontro de ida, na Argentina, vitória de 2 a 0. Na volta, em São Paulo, empate de 2 a 2.  O grande amuleto do clube de coração de Maradona é, sem dúvida alguma, Benedetto. Contra os palmeirenses, o atacante fez três dos quatro gols.  E olha, ele não é titular, não. Sempre saiu do banco de reservas para brilhar. Olho no cara!

De acordo com os dados divulgados pelo Oddsshark.com, Benedetto rende R$ 3,75 a cada R$ 1,00 investido nas casas de apostas se balançar as redes novamente. Se o tento abrir ou fechar o placar, a cota fica melhor ainda, sobe para R$ 7,50. Lembrando que na reserva, o técnico Guillermo Schelotto conta também com o craque Carlos Tévez, multicampeão por onde passou no Velho Continente.

Nesta Liberta, até agora, o Boca Juniors só perdeu um embate na condição de mandante – este de 2 a 0 para o Palmeiras, na primeira fase ainda. No último fim de semana, sábado, o time entrou em campo na capital para encarar o Tigre pela Superliga. Goleada de 4 a 1. Uma nova vitória boquense, independente do marcador, está avaliada em R$ 2,50 para 1.

River Plate

Os Millonarios, com três taças em sua história (1986, 1996 e 2015), fizeram uma campanha menos turbulenta que os rivais, tanto que se classificaram no primeiro lugar do Grupo 4, na frente do Flamengo. Por terem um retrospecto melhor, eles vão poder fazer os 90 minutos finais da decisão no Monumental de Nuñez. Na semifinal, diante do atual campeão Grêmio, o desempenho foi bem fraco na partida de ida, em casa, lá em Buenos Aires. Na segunda mão, em Porto Alegre, o River não sentiu a pressão e conseguiu vencer, de maneira emocionante e de virada, por 2 a 1.

Há quem diga que, time por time, o River Plate é mais forte que o Boca Juniors. De fato, as estatísticas são melhores e comprovam isto. Os visitantes possuem o recorde de invencibilidade da atual edição do torneio. São 10 jogos sem sair de campo derrotado. Por outro lado, a equipe de Marcelo Gallardo, é a que mais cartões amarelos levou: 36. Isso quer dizer que os jogadores chegam firme nos rivais, muitas das vezes de maneira um pouco mais pesada.

Na rodada passada do Campeonato Argentino, os Millonarios foram vencidos por 1 a 0, fora de casa, pelo Estudiantes. Dentro de campo, o destaque é o meio-campista Pitty Martinez, já vendido para o Atlanta United, da Major League Soccer (MLS), porém outro nome merece ser citado aqui. Trata-se do jovem meia Palacios, Exequiel Palácios, formados na base. Tudo indica que ele está acertado para vestir a camisa do Real Madrid.

Ainda segundo o Oddsshark.com, um triunfo do River Plate na casa do grande desafeto possibilita o retorno de R$ 2,40 para 1.

Possíveis escalações:

Boca Juniors – Rossi; Jara, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nandez, Barrios e Pablo Perez; Pavon, Villa e Abila.

River Plate – Armani, G. Montiel, Maidana, Pinola e Casco, Ponzio, Palacios, Pity Martínez, Quintero, L. Pratto e Borré.

Histórico de confrontos

Nos último três encontros entre os dois maiores clubes hemanos, o River levou a melhor e venceu todos. O mais recente aconteceu no dia 23 de setembro deste ano, na La Bombonera, com o placar de 2 a 0. Não é nada de outro mundo você apostar em um resultado positivo dos visitantes. É bem possível acontecer. A última vitória do Boca dentro de casa foi há 3 anos, também por 2 a 0, pela Superliga.

Em 2015, Xeneizes e Millonarios se encontraram na semifinal da Libertadores. Na partida de ida, 1 a 0 para o River no Monunental. Em seguida, a segunda partida não terminou por conta de uma confusão. Torcedores do Boca soltaram spray de pimenta no túnel de acesso do River e o juiz não deu prosseguimento ao duelo. Neste ano, Gallardo e companhia derrotaram o Tigres, do México, na final.

Outros palpites

Para vencer o encontro de ida, o Boca é o favorito, como vimos anteriormente ao longo do texto. Agora, para levantar troféu, as casas de apostas do 50% de chance para cada clube. Tanto Boca quanto River pagam R$ 1,90 pelo título.

Se tivermos gols dos dois lados, a cota gerada vai ser de R$ 2,25. Caso contrário, o valor cai para R$ 1,57, indica o Oddsshark.com. De uma coisa temos a certeza: o capítulo da rivalidade entre os dois clubes ganhará a página mais importante de sua história.

Cotas do primeiro jogo da final da Libertadores 2018:

Sábado (10 de novembro)

18h – Boca Juniors (R$ 2,40) x (R$ 3,40) River Plate. Empate: R$ 2,90

 

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Bundesliga Experience: embaixadores Zé Roberto e Paulo Sérgio estrelam evento no Brasil

Saber realizar e, também, divulgar e fortalecer a sua marca pelo mundo. É o que a Bundesliga, uma das principais e mais fortes ligas de futebol, busca fazer há alguns anos, e utilizando jogadores que brilharam no futebol alemão como embaixadores. No caso do Brasil, quem planta essa semente são os ex-craques Zé Roberto e Paulo Sérgio, que estarão à frente da Bundesliga Experience, evento que será realizado no Rio de Janeiro no próximo fim de semana, nos dias 10 e 11 de novembro.

Como será

Será um verdadeiro festival do futebol alemão aberto ao público, num espaço especialmente reservado e construído no Parque das Figueiras, na Lagoa, Zona Sul do Rio, com jogos que serão transmitidos ao vivo em telões. No sábado, às 12h30, Werder Bremen x Borussia Monchengladbach e, na sequência, às 15h30, o principal duelo da rodada, entre Borussia Dortmund e Bayern de Munique. No domingo, Leipzig x Bayer Leverkusen e, depois, Eintracht Frankfurt x Schalke 04.

Outras atrações

Além de desafios de Teqball (jogo que alia tênis de mesa e futebol) para o público, o evento contará com torneio de futebol para crianças, de escolas alemãs e projetos sociais do Rio, e também para adultos. Oito equipes de cada categoria jogarão no sábado, com semifinais e finais no domingo, quando também será realizado um Jogo das Estrelas, que reunirá Paulo Sérgio, Zé Roberto, outros ex-jogadores e alguns influenciadores digitais.

Com área VIP e food trucks com comidas e cervejas típicas alemãs, haverá ainda uma área onde estarão expostas as camisas de todas as equipes da Bundesliga, assim como o troféu da competição, com o público tendo a oportunidade de tirar belas fotos. Uma outra atração será a presença do mascote oficial do Bayern de Munique, atual hexacampeão alemão.

Os fãs e torcedores que quiserem acompanhar esta mais nova ação da Bundesliga podem seguir o site Bundesliga.com ou os canais oficiais do Facebook, Twitter e Instagram.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sul-Americana: Atlético Paranaense leva grande vantagem nas apostas contra o Fluminense na 1ª partida da semifinal

Vencedor da semifinal brasileira encara os colombianos do Independiente Santa Fe ou Junior Barranquilla

A primeira partida da semifinal da Copa Sul-Americana de 2018 será jogada a partir das 21h45, horário de Brasília, desta quarta-feira, 7 de novembro, na Arena da Baixada, em Curitiba. O Atlético Paranaense recebe o Fluminense. Quem passar deste mata-mata irá encarar os colombianos do Independiente Santa Fe ou Junior Barranquilla na grande final.

Atlético Paranaense

Na fase anterior do segundo maior torneio de clubes da América do Sul, o Furacão teve pela frente outro clube brasileiro: o Bahia. No duelo de ida, em Salvador, vitória visitante por 1 a 0. Já na volta, derrota pelo mesmo placar, o que fez a vaga na decisão ser definida nas cobranças de pênaltis. A classificação veio com o placar de 4 a 1.

Sem dúvida alguma, os atleticanos querem fazer da Arena o seu maior trunfo nesta eliminatória. Na atual edição da Sul-Americana, em cinco jogos realizados em casa, foram quatro vitória e apenas uma derrota, esta para os baianos, como citamos no parágrafo acima. Tirando este encontro com o Esquadrão de Aço, os rubro-negros tiveram 12 triunfos, vencendo 11 vezes com ao menos dois gols. A vitória caseira com a margem de dois tentos rende R$ 4,50 para cada R$ 1,00 aplicado por você nas casas de apostas.

Um dos grandes objetivos dos paranaense nesta quarta é não ser vazado, já que o gol fora de casa é usado como critério de desempate. “Tivemos uma postura de um time maduro fora de casa contra o Bahia. Agora, jogando o primeiro confronto em casa, esperamos fazer uma boa partida e sair com um bom resultado”, disse o zagueiro Leo Pereira.

Como é de se esperar, o favoritismo para vencer é dos mandantes, avaliados em R$ 1,61, de acordo com o Oddsshark.com. O Atlético conta também com o ataque mais positivo do torneio, com 15 gols, além de ser o time que mais venceu – 6 vezes -, e o que mais aplicou goleadas. Foram duas.

O experiente zagueiro Paulo André é visto como dúvida, pois vinha sentindo dores no ´pé direito. Só vamos saber se ele joga ou não momentos antes da partida mesmo.

Fluminense

O Tricolor das Laranjeiras, por sua vez, se destaca por estar a seis jogos sem perder na Sul-Americana. No retrospecto geral da temporada, como visitante, são quatro resultados positivos, quatro negativos e dois empates.  A última apresentação longe do Rio de Janeiro é vista como exemplo para o Fluminense. Na semana passada, os cariocas derrotaram o Nacional, em Montevidéu, no Uruguai, por 1 a 0, e conseguiram a classificação.

O treinador Marcelo Oliveira vai contar com força máxima. O zagueiro e capitão Gum está recuperado de lesão e é peça fundamental dentro de campo. O lateral Leo está recuperado de um problema muscular e pode aparecer na formação titular. No sábado passado, o jogador participou da derrota de 1 a 0 para o Vasco pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, no Maracanã. Ele, que já atuou no Atlético Paranaense, falou sobre o fator torcida contra e a polêmica da grama sintética da Baixada – piso onde o Flu ainda não levou a melhor.

“A gente não costuma pensar em grama. Sabemos que lá e complicado, mas o importante é que estamos concentrados. Creio que a dificuldade é a torcida, que vai encher e joga junto os 90 minutos. A gente tem que ficar tranquilo, esquecer a torcida. Dentro de campo são só os jogadores. Quanto mais esquecer a parte de fora, melhor para gente”, comentou Leo.

Caso consiga vencer, o Fluminense vai propiciar o retorno de incríveis R$ 6,00 para 1, ainda segundo dados do Oddsshark.com.

Possíveis escalações

Atlético Paranaense – Santos; Jonathan, Thiago Heleno (ou Paulo André), Léo Pereira e Renan Lodi; Wellington e Lucho González; Raphael Veiga; Nikão e Marcelo Cirino; Pablo.

Fluminense – Júlio César; Gum, Digão e Ibañez; Léo, Richard, Jadson, Sornoza e Ayrton Lucas; Everaldo e Luciano.

Histórico de confrontos

Os três jogos mais recentes em Curitiba mostram uma boa vantagem do Atlético Paranaense, que venceu todos estes compromissos. No primeiro turno do Brasileirão 2018, placar de 3 a 1 para os rubro-negros, em casa. Já se olharmos no histórico geral de confrontos vamos ver um equilíbrio maior. O Furacão tem 20 vitórias, 3 a menos que o Tricolor. Empates foram registrados 10.

Mais palpites

Outras possibilidades de investimentos não faltam, indica o Oddsshark.com. Como se trata de uma decisão, fazer gols no primeiro encontro é fundamental para as duas equipes. Caso tenhamos gol dos dois lados, você embolsa a cota de R$ 2,50 para 1. Se isto não acontecer, o valor diminui R$ 1,00. Uma vitória de virada dos mandantes está estimada em R$ 8,00, contra R$ 19,00 dos visitantes.

Jogos de ida da Copa Sul-Americana 2018:

Quarta-feira (7 de novembro)

21h45 – Atlético Paranaense (R$ 1,61) x (R$ 6,00) Fluminense. Empate: R$ 3,60

Quinta-feira (8 de novembro)

22h45 – Independiente Santa Fe (R$ 1,95) x (R$ 4,50) Junior Barranquilla. Empate: R$ 3,00

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Liga dos Campeões: United precisa voltar de Turim com um triunfo diante da Juventus

Diabos Vermelhos podem perder a segunda colocação do Grupo H em caso de derrota

A quarta rodada da Liga dos Campeões da Europa chega nesta semana com grandes jogos para acompanharmos. Entre alguns dos destaques, vamos ter Juventus x Manchester United e Inter x Barcelona. Opções de lucro nas casas de apostas não faltam. É só escolher o seu palpite, meu amigo. Vamos nessa!

Grupo A

Na partida anterior, na Alemanha, o Borussia Dortmund passou o carrinho por cima dos espanhóis do Atlético de Madrid e venceu 3 a 0. Com esse triunfo, os aurinegros se isolaram na liderança da chave com 9 pontos, 3 a menos que os colchoneros, vice-líderes. No Wanda Metropolitano, o Atlético precisa dar uma resposta ao torcedor. Perder a classificação é algo bem difícil, já que Mônaco, da França, e Brugge, da Bélgica, só têm 1 ponto cada.

Segundo dados divulgados pelo Oddsshark.com, o clube da Espanha é bem favorito para ficar com os três pontos, vindo de quatro vitórias seguidas dentro de casa nas apostas de futebol. A cotação é de R$ 1,80, contra R$ 5,00 do time Alemão.

Grupo B

Jogão a vista! Internazionale e Barcelona medem forças em Milão. Na Catalunha, sem Messi em campo, os blaugrana, líderes com 9 pontos, não tiveram grandes dificuldades para construir o placar de 2 a 0. Para esta semana, há chances de o craque argentino aparecer em campo, mesmo não estando 100% recuperado de uma lesão no braço direito. O ótimo momento do Barça mesmo sem o seu principal jogador, representa o menor valor de odds: R$ 2, 10.

Grupo C

O Paris Saint-Germain tem uma final nesta rodada da Champions. Fora de casa, na Itália, os franceses precisam vencer o forte Napoli para continuar pensando em uma vaga nas oitavas de final. O milionário PSG é apenas terceiro do Grupo C, com 4 pontos, 1 a menos que o próximo adversário, que é o vice-líder. O Liverpool está no topo da chave com 6 pontos. Vale lembrar que Neymar e companhia vêm de um empate de 2 a 2 conseguido no finzinho contra os a napolitanos anteriormente no Parque dos Príncipes.

Agora vamos ver se os parisienses têm ou não estofo para levantar a Orelhuda.  Missão complicada para eles, hein? Em 15 jogos diante de sua torcida, os italianos tiveram 13 resultados positivos e 2 empates. Nesta Liga dos Campeões, o PSG já teve uma derrota fora, o 3 a 2 para o Liverpool, em Anfield, na primeira rodada.

O triunfo do Napoli rende R$ 2,90, enquanto que o sucesso do Paris Saint-Germain rentabiliza R$ 2,37. O Estrela Vermelha, da Sérvia, completa a chave.

Grupo D

 Os portugueses do Porto podem encaminhar muito bem a sua classificação para o mata-mata caso consiga derrotar pela segunda vez o Lokomotiv de Moscou, da Rússia, no Estádio do Dragão. Eles lideram a chave, com 7 pontos, 2 a mais que o segundo colocado Schalke 04, da Alemanha.

Podemos classificar este embate como uma espécie de barbada. Os russos não têm nenhum pontinho sequer até agora. Por isso, as casas de aposta colocam a cota de R$ 1,36 para o Porto, e de R$ 10,00 para o Lokomotiv. Para aumentar o seu rendimento, você pode palpitar na vitória caseira com a margem de dois gols. O que acha? Essa possibilidade gera R$ 4,00 para 1. Galatasaray, da Turquia, também faz parte do grupo.

Grupo E

O Bayern de Munique precisa e deve vencer o AEK Atenas, da Grécia, na Allianz Arena. Os bávaros estão na segunda colocação com 7 pontos, igual ao Ajax, da Holanda, que está na frente da tabela. Vale muito a pena palpitar em uma vitória larga. O atual retrospecto é de quatro vitórias e um empate. A margem de 3 gols está estimada em R$ 4,50, de acordo com o Oddsshark.com. O time vermelho passa por um momento de reafirmação, tango que em casa não vence há quatro partidas. Hora melhor para fazer as passes com a torcida não há. Concorda? Em território grego, os germânicos construíram o placar de 2 a 0.

Grupo F

O Manchester City definitivamente afastou o momento ruim que caracterizou o seu começo na Champions League 2018/2019. Os Citizens já lideram o Grupo F com 6 pontos, 1 a mais que os franceses do Olympique Lyon. Há duas semanas, os ingleses fizeram 3 a 0 no Shakhtar Donetsk, lá na Ucrânia. Em 10 compromissos, Pep Guardiola e companhia levaram a melhor em 9 ocasiões e empatando em uma. Mas, olha, não espere vida fácil no Etihad Stadium, não. Os ucranianos costumam complicar a vida dos adversários quando joga fora de casa. Para continuar sonhando com uma vaga nas eliminatórias, o Shakhtar, lanterna da chave com apenas dois pontos, não pode pensar em outro resultado que não seja a vitória.

Os mandantes propiciam o retorno de R$ 1,11, e os visitantes, R$ 26,00. Na França, o Lyon encara o Hoffenheim, da Alemanha.

Grupo G

Atual campeão, o Real Madrid tenta se acertar depois da demissão de Julen Lopetegui. Agora, o comandando está com Solari, pelo menos interinamente. Quem pode aparecer em campo é o brasileiro Vinicius Junior. No fim de semana, o ex-Flamenguista foi um dos responsáveis pela vitória de 2 a 0 no Santiago Bernabéu sobre o Real Valladolid pela La Liga. Mesmo em crise, os merengues, com R$ 1,25, continuam sendo amplos favoritos para levarem a melhor diante do Viktoria Plzen, da República Tcheca. Se bem que em Madrid a vitória foi só de 2 a 1, e o time ainda saiu vaiado. Em Moscou, CSKA e Roma se enfrentam.

Grupo H

Duas potências do futebol, Juventus x Manchester United, voltam a se enfrentar, agora em Turim. Antes, na Inglaterra, a Velha Senhora bateu o Diabos Vermelhos por 1 a 0. Os alvinegros, que contam com o craque Cristiano Ronaldo e são os primeiros colocados da chave com 9 pontos, têm tudo para vencer mais um jogo. Em casa, a última derrota foi em abril, no 1 a 0 para o Napoli, pela Serie A Tim.

Ao United, vencer é importantíssimo. Isso porquê os britânicos estão na segunda posição da classificação com quaro pontos. Em caso de uma nova derrota e vitória do Valencia sobre o Young Boys, da Suíça, na Espanha, os comandados de José Mourinho saem da zona de classificação para o mata-mata. O empate está avaliado em R$ 4,10 para 1, como indica o Oddsshark.com.

Dica

Os palpites do computador ajudam a você a escolher os melhores investimentos. Os valores dos odds são gerados a partir de uma série de análises de algoritmos com base em jogos passados e o atual desempenho das equipes no campeonato. Isto aumenta e muito as suas chances de lucro. O PC tem um alto índice de acertos.

Confira os jogos da 4ª rodada da Liga dos Campeões:

Terça-feira (6 de novembro)

14h55 – Mônaco (R$ 2,25) x (R$ 3,30) Brugge. Empate: R$ 3,60

14h55 – Estrela Vermelha (R$ 18,00) x (R$ 1,18) Liverpool. Empate: R$ 8,00

17h – Atlético de Madrid (R$ 1,83) x (R$ 4,75) Borussia Dortmund. Empate: R$ 3,75

17h – Porto (R$ 1,36) x (R$ 10,00) Lokomotiv de Moscou. Empate: R$ 5,25

17h – Inter (R$ 3,60) x (R$ 2,10) Barcelona. Empate: R$ 3,70

17h – Napoli (R$ 2,90) x (R$ 2,37) PSG. Empate: R$ 3,80

17h – Schalke 04 (R$ 1,57) x (R$ 7,00) Galatasaray. Empate: R$ 4,00

17H – Tottenham (R$ 1,36) x (R$ 9,00) PSV. Empate: R$ 5,50

Quarta-feira (7 de novembro)

14h55 – CSKA (R$ 4,00) x (R$ 2,00) Roma. Empate: R$ 3,60

14h55 – Valência (R$ 1,50) x (R$ 7,50) Young Boys. Empate: R$ 4,50

17h – Bayern de Munique (R$ 1,08) x (R$ 34,00) AEK. Empate: R$ 13,00

17h – Benfica (R$ 2,50) x (R$ 3,00) Ajax. Empate: R$ 3,40

17h – Juventus (R$ 1,60) x (R$ 6,50) Manchester United. Empate: R$ 4,10

17h – Lyon (R$ 2,00) x (R$ 3,70) Hoffenheim. Empate: R$ 3,90

17h – Manchester City (R$ 1,11) x (R$ 26,00) Shakthar Donetsk. Empate: R$ 11,00

17h – Viktoria Plzen (R$ 12,00) x (R$ 1,25) Real Madrid. Empate: R$ 7,00

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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Eliminação na Libertadores compromete o Palmeiras no Brasileirão?

Time de São Paulo tem, neste sábado, o Santos como adversário, em casa

O Palmeiras pode, neste fim de semana, colocar as duas mãos na taça do Campeonato Brasileiro de 2018. Para isso, é preciso que o Verdão derrote o Santos no Allianz Parque, sábado (3), às 19h, horário de Brasília, pela 32ª rodada, além do Flamengo não vencer o São Paulo, fora, e o Internacional não levar a melhor sobre o Atlético Paranaense no Beira-Rio. Opções para você lucrar com as apostas esportivas com a ajuda do Oddsshark.com não faltam.

Os comandados do técnico Felipão lideram a competição com 63 pontos, 4 a mais que os flamenguistas, vice-líderes. No sábado passado, os dois clubes se encontraram no Maracanã, no Rio de Janeiro, e empataram em 1 a 1.

E agora, como será, Verdão?

A grande curiosidade de todos é saber como os paulistanos vão reagir depois da eliminação da Taça Libertadores da América, ocorrida na quarta-feira passada, dentro de casa, em São Paulo. Será que o emocional vai influenciar o desempenho no Brasileirão? Bom, do outro lado do campo, os mandantes encararão um rival regional, o que já gera uma dificuldade maior, é um clássico.

Hoje, o Santos tem 46 pontos, ocupando a 7ª colocação da tabela, além de estar brigando por um lugarzinho na próxima Liberta. Gabigol e companhia vêm bastante embalados. No fim de semana anterior, eles venceram o Fluminense na Vila Belmiro pelo placar de 3 a 0. Ah, detalhe importantíssimo de lembrarmos é que o Peixe está há seis jogos sem sair de campo derrotado, somando quatro resultados positivos e dois empates.

Mas calma, torcedor alviverde, o seu time também apresenta um retrospecto bastante interessante, principalmente quando joga na Arena. Na atual campanha do Brasileiro são 12 vitórias, 2 empates e apenas 1 derrota. Nada mal, não é?

Com é de se esperar, o favoritismo para o clássico é dos anfitriões, avaliados em R$ 1,80 a cada real aplicado por você, contra R$ 4,75 dos visitantes, segundo o Oddsshark.com. A tendência é que Felipão escale o que tem de melhor, porém com mudanças. Acabou a divisão de time do Brasileirão e time da Libertadores. Os lateria Mayke e Diego Barbosa foram punidos pelo STJD por conta da confusão na semifinal da Copa do Brasil com jogadores do Cruzeiro. O atacante Willian sentiu uma lesão muscular na coxa esquerda e para por três semanas.

No Santos, ao que tudo indica, Cuca vai com: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Dodô; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez; Rodrygo, Gabigol e Bruno Henrique (ou Derlis González). O meu palpite para este jogo é o empate, avaliado em R$ 3,30 para 1.

São Paulo x Flamengo

O Flamengo tem a chance de ficar mais perto do Palmeiras na classificação. Os cariocas torcem com unhas e dentes pelo Santos. Depois, o Mais Querido joga mais tarde, domingo, às 17h, no Morumbi, contra o São Paulo, quarto colocado com 56 pontos. O Tricolor já não disputa mais o título, de fato, e foca as atenções para garantir uma vaga na próxima Libertadores.

Com Dorival Junior no comando, o Fla ainda não sabe o que é perder. O retrospecto é de três triunfos e dois empates. O momento é positivo. Os jogadores que vêm atuando são: César, Pará, Réver, Léo Duarte, Renê; Cuéllar, Willian Arão, Paquetá, Everton Ribeiro, Vitinho e Uribe. No entanto, durante os treinamentos, o técnico fez algumas mudanças. Vitinho pode dar lugar a Diego, enquanto que Cuéllar dá a vaga para Pires da Motta. Certo é e que o goleiro Diego Alves continua de fora. Além de problemas de indisciplina e a discussão com o treinador, o atleta está com uma entorse no joelho direito.

O Rubro-Negro tentará quebrar o jejum de cinco jogos sem vitória no Morumbi. Lá, na terra da garoa, o triunfo mais recente aconteceu em um amistoso disputado em 2013. Na ocasião, o time visitante fez 1 a 0. Em jogos oficial, a situação é mais desfavorável ainda, com o último resultado positivo tenha sido dois anos antes. No primeiro turno do Campeonato Brasileiro de 2018, no Maracanã, os tricolores levaram a melhor com o marcador de 1 a 0.

O São Paulo parece ter pedido o gás que o manteve na liderança da competição nacional por um tempo. No fim de semana passado, a equipe acabou com a sequência negativa de sete duelos sem vencer ao derrotar o Vitória, no Barradão, por 1 a 0. Até em casa, onde sempre foi muito forte, e quando não vencia, também não perdia, o Soberano ficou em jejum por três jogos.

Para piorar, Diego Aguirre ainda vai ter cinco desfalques. O goleiro Jean e o volante Hudson estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo. O atacante Rojas e o meia Everton Felipe seguem no departamento médico, enquanto o também meia Everton está em fase final de recuperação. A formação titular deve ser: Sidão; Bruno Peres, Arboleda, Bruno Alves e Edimar; Luan, Jucilei (ou Liziero) e Diego Souza; Reinaldo, Tréllez (ou Helinho) e Gonzalo Carneiro.

Mesmo com estes retrospectos nada interessantes e o cenário desfavorável, o dono da casa é apontado pelo Oddsshark.com como um ligeiro candidato a ficar com os três pontos. Ele paga R$ 2,50, R$ 037 a menos que o rival. Vale a pena dar uma arriscada no Flamengo, hein?

Confira os jogos do 32ª rodada do Brasileirão:

Sábado (3 de novembro)

17h – Atlético Mineiro (R$ 2,20) x (R$ 3,25) Grêmio. Empate: R$ 3,40

17h – Fluminense (R$ 2,55) x (R$ 2,87) Vasco. Empate: R$ 3,10

19h – Palmeiras (R$ 1,80) x (R$ 4,75) Santos. Empate: R$ 3,30

Domingo (4 de novembro)

16h – América Mineiro (R% 3,50) x (R$ 2,15) Cruzeiro. Empate: R$ 3,20

16h – Botafogo (R$ 2,20) x (R$ 3,50) Corinthians. Empate: R$ 3,10

16h – Paraná (R$ 4,33) x (R$ 1,90) Vitória. Empate: R$ 3,25

17h – São Paulo (R$ 2,50) x (R$ 2,87) Flamengo. Empate: R$ 3,10

18h – Internacional (R$ 1,72) x (R$ 5,00) Atlético Paranaense. Empate: R$ 3,50

19h – Bahia (R$ 1,75) x (R$ 5,00) Chapecoense. Empate: R$ 3,50

Segunda-feira (5 de novembro)

20h – Sport (R$ 2,10) x (R$ 3,50) Ceará. Empate: R$ 3,25

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