quinta-feira, 7 de maio de 2020

Teremos Bundesliga de volta! Veja como estão os prognósticos para o título nacional na Alemanha

Bayern de Munique e Borussia Dortmund estão fortes na disputa pelo campeonato

O fã de futebol vai voltar a ter um pequeno alento nas próximas semanas. Isso porque Alemanha liberou as atividades esportivas mesmo sem o fim da pandemia do coronavírus (Covid-19). Sendo assim, a Bundesliga retorna a partir do dia 16 de maio, ainda sem a presença de torcida no estádio. Você lembra como estava a tabela do campeonato antes da pausa? Restam sete rodadas para o fim. Vamos trazer aqui as cotas de outrights para dar os seus palpites de maneira embasada. Fique ligado.

Como apostar?

Os nossos palpites e prognósticos estão aqui para te auxiliar e ajudar a lucrar com o OddsShark – um dos sites mais respeitados do mundo sobre palpite esportivo. Não tem mistério, é simples! Você escolhe uma casa de aposta e faz o seu cadastro rápido. Daí, já pode começar a investir.

Quem fica com o título?

Na maioria das vezes ao longo da história, o título ficou nas mãos do Bayern. Na temporada 2019/2020, os bávaros lideram a Bundesliga, estando cotados em R$ 1,20 a cada R$ 1,00 aplicado por você na SpinSports. Eles têm 55 pontos, apenas 4 a mais que o segundo colocado, o Borussia Dortmund. Os aurinegros pagam R$ 6,50. Ainda tem muita coisa boa para sair destes rivais. Eles ainda vão se enfrentar pelo segundo turno. Previsão de jogaço!

Na 3ª posição da tabela está o RB Leipzig, com 50 pontos. O time patrocinado pela Red Bull é um dos que mais cresceu nos últimos anos dentro e fora da Alemanha, tanto que chegou a liderar a Bundesliga e está nas quartas de final da Liga dos Campeões. Caso tire a diferença do Bayern e levante a Salva de Prata o retorno será de R$ 9,00.

Já o Borussia Monchengladbach, que também foi líder anteriormente, tem uma situação mais delicada, contando com 49 pontos. A missão é tão difícil que o seu valor de odds é de R$ 125,00. Hoje, o foco maior desta equipe é assegurar uma vaga na Champions, como falaremos mais a partir do próximo parágrafo.

Quem fica dentro do G-4 e G-6?

O Bayern nem aparece nas cotações, já que está garantido na Liga dos Campeões. Dortmund e Leipzig vivem situações parecidas, afinal rendem R$ 1,00, de acordo com o OddsShark. Ou seja, nada. O Gladbach gera R$ 1,40. Atrás, na 5ª e 6ª posições estão Bayer Leverkusen e Schalke 04, com 47 e 37 pontos, contabilizando R$ 2,30 e R$ 66,00, respectivamente.

No G-6, que leva para a disputa da Liga Europa, a cota do Leverkusen é de R$ 1,06, enquanto que o Schalke rentabiliza R$ 2,25. Não podemos deixar o Gladbach de fora, com R$ 1,05. Por fora correm Wolfsburg, Freiburg e Hoffenheim, estimados em R$ 2,00, R$ 3,50 e R$ 4,00.

Quem cai para a Bundesliga 2?

Na Alemanha caem três equipes. Para o lanterna Paderborn, com 16 pontos, a cotação é de R$ 1,05, R$ 0,35 a menos que o vice-lanterna, o tradicionalíssimo Werder Bremen, que tem 2 pontos a mais. Na 16ª posição vem o Fortuna Dusseldorf, que tem 22 pontos e a cota de R$ 1,57. Hertha Berlin, Augsburg e Mainz pagam R$ 40,00, R$ 40,00, R$ 8,00 e R$ 4,00, respectivamente.

Artilharia

Atualmente, o topo da tabela de artilheiro da Bundesliga é comandada pelo polonês Robert Lewandowski, do Bayern de Munique, com 25 gols. O polaco gera R$ 1,20. Na cola dele, tendo R$ 4,00 para 1, vem o alemão Timo Werner, do RB Leipzig, com 4 gols a menos. No 3º lugar e mais distante está o inglês Jadon Sancho, do Borussia Dortmund. O britânico fez 14 gols e pode render R$ 150,00. Ele ser o artilheiro é bem improvável para esta temporada.

Palpites com odds da SpinSports:

Bayern de Munique campeão com odds a R$ 1,20.

Cotas para o título da Bundesliga 2019/2020:

– Bayern de Munique – R$ 1,20

– Borussia Dortmund – R$ 6,50

– RB Leipzig – R$ 9,00

– Borussia Monchengladbach – R$ 1,25

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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Cotação do Flamengo para título da Libertadores de 2020 segue como a maior, veja os prognósticos

Ainda não há uma data definida para o retorno da competição sul-americana de clubes

Quem não está com saudades da Libertadores da América, não é mesmo? A bola não rola pelo principal torneio de clubes da América do Sul desde meados de março de 2020 em função da pandemia de Coronavírus (Covid-19). Ainda não sabemos, pelo menos publicamente, quando a Conmebol irá dar o aval para a pelota entrar em açãp. Mas, olha, enquanto não temos jogo, você pode dar o seu palpite nas melhores casas de apostas em relação a qual time irá ficar com o título. Já foram disputadas duas rodadas da fase de grupos.

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Flamengo (R$ 3,80)

É completamente compreensível que o Flamengo ser o grande favorito na lista de outrights para faturar tricampeonato continental, estando cotado em R$ 3,80 a cada R$ 1,00 aplicado por você no Bodog. Estamos falando do atual campeão do torneio, sem deixar de citar também que os cariocas têm nas mãos o melhor elenco da América do Sul.  A permanência de Jorge Jesus, que tem boas chances de acontecer, será um trunfo e tanto para os rubro-negros. Outro detalhe que serve ainda mais a de motivação é que a final da Libertadores está programada para acontecer no Maracanã, casa do Mengão.

Nas duas primeiras rodadas da competição os flamenguistas venceram diante de Junior Barranquilla, da Colômbia (2 a 1), e Barcelona de Guayaquil, do Equador (3 a 0), ocupando a vice-liderança do Grupo A.

Boca Juniors (R$ 6,80)

Os xeneizes, com administração nova, vão tentando se reformular para voltarem a disputa do título. Eles começaram o torneio no Grupo H com o empate diante do Caracas, da Venezuela (1 a 1), e a vitória sobre o Independiente Medellín (3 a 0), da Colômbia, na segunda posição da chave. O fato de ser o vice favorito, com o valor de R$ 6,80, se deve muito por conta da força da equipe argentina e a sua tradição.

River Plate (R$ 7,00)

Vice-campeão em 2019 e um dos times que mais se fortaleceu nas últimas temporadas, o River Plate tem sempre que ser visto com respeito. Os millonarios deveriam até vir na frente do Boca, afinal têm feito muito mais que o rival no cenário continental. O valor de retorno é de R$ 7,00 para 1, como mostra o OddsShark. O trabalho do técnico Marcelo Gallardo, que só não ganhou o campeonato nacional, tem sido extraordinário. O River conta com 3 pontos na vice-liderança do Grupo D depois de ter estreado com derrota no Equador para a LDU (3 a 0) e a goleada sobre o Binacional, do Peru (8 a 0).

Palmeiras (R$ 7,80)

Para o Verdão, a conquista da Taça Libertadores da América têm sido a grande ambição de todos no clube. A missão fazer o título ir para São Paulo está nas mãos de Vanderlei Luxemburgo. O começo foi positivo, com triunfo sobre o Tigres, da Argentina (2 a 0), e Guaraní, do Paraguai (3 a 1). Hoje, o Porco é líder isolado do Grupo B. A última vez que os palmeirenses levantaram a taça foi em 1999. O fim do jejum alviverde está pagando R$ 7,80.

Como estão as cotações dos demais clubes brasileiros?

O competitivo Grêmio, de Renato Gaúcho, campeão em 2013, está sempre chegando nas fases finais do torneio. Os tricolores rendem R$ 9,60. Eles estão na segunda posição do Grupo E com 4 pontos, já que ganhou do América de Cali, da Colômbia (2 a 0) e empate sem gols com o Internacional.

Rentabilizando R$ 10,50, segundo o OddsShark, o Santos, por sua vez, mostrou antes da parada que estava finalmente entrando nos trilhos sob o comando do técnico português Jesualdo Ferreira. O Peixe, líder do Grupo G, derrotou Defensa y Justicia, da Argentina (2 a 1), e Delfín, do Equador (1 a 0).

O Internacional, líder do Grupo E, com o empate diante do Grêmio – como vimos anteriormente – e vitória sobre a Universidad Católica, do Chile (3 a 0), vinha deixando boas impressões para a imprensa e torcedores, podendo gerar R$ 13,00 para 1. O técnico Eduardo Coudet faz bom trabalho no Beira-Rio com o seu futebol ofensivo, para frente.

Outro time que vinha numa crescente bem legal é o São Paulo, de Fernando Diniz, com o seu futebol para frente e ofensivo. Na abertura da Liberta, derrota de 2 a 1 para o Binacional, e depois vitória de 3 a 0 diante da LDU. Os tricolores ocupam o segundo lugar do Grupo D e podem rentabilizar R$ 16,50 para 1.

Para fechar, temos o Athletico Paranaense. O Furacão passa por um processo de reestruturação depois de perder jogadores importantes e o técnico Tiago Nunes. O comando do time está com Dorival Júnior. A formação de Curitiba está na vice-liderança do Grupo C, tendo vencido o Peñarol, do Uruguai, por 1 a 0, e perdido pelo mesmo placar para o Colo-Colo, do Chile. De todos os times brasileiros, este é considerado o mais azarão, gerando R$ 19,00.

Palpites com odds do Bodog:

Palmeiras campeão com R$ 7,80 para 1.

Confira todas as cotas para a Libertadores 2020:

– Flamengo – R$ 3,80

– Boca Juniors – R$ 6,80

– River Plate – R$ 7,00

– Palmeiras – R$ 7,80

– Racing – R$ 9,00

– Grêmio – R$ 9,60

– Santos – R$ 10,50

– Nacional – R$ 10,50

– Internacional – R$ 13,00

– Guaraní – R$ 14,50

-Alianza Lima – R$ 15,00

– São Paulo – R$ 16,50

– Athletico Paranaense – R$ 19,00

– Independiente Del Valle – R$ 19,00

– Peñarol – R$ 19,50

– LDU – R$ 22,00

– Libertad – R$ 22,00

– Olímpia – R$ 24,00

– Jorge Wilstermann – R$ 34,00

– Colo-Colo – R$ 38,00

– América de Cali – R$ 40,00

– Tigre – R$ 40,00

– Universidad Católica – R$ 40,00

– Caracas – R$ 40,00

– Bolívar – R$ 40,00

– Junior Barranquilla – R$ 42,00

– Barcelona – R$ 42,00

– Binacional – R$ 50,00

– Defensa y Justicia – R$ 80,00

– Independiente Medellín – R$ 90,00

– Delfín – R$ 90,00

– Estudiantes de Mérida – R$ 100,00

– Palestino – R$ 100,00

 

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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Paul ‘Sayal’ Moukila: o “diamante” congolês!

Bola de Ouro da África em 1974, um dos maiores jogadores do seu país e do continente

Quando falamos do Congo, muitos têm na mente, apenas a República Democrática do Congo, importante centro futebolístico do coração africano e que num passado era, o país, denominado Zaire; participante da Copa do Mundo de 1974, inclusive tendo enfrentado a Seleção Brasileira naquele Mundial. A República Democrática do Congo carrega consigo uma série de participações nas fases finais da Copa Africana das Nações é também do país, a famosa e potente força clubística do Continente, o TP Mazembe, além de ter muitos jogadores espalhados pela Europa.

Entretanto, antes da consolidação do Zaire, como uma força futebolística da África, brilhou no Continente, o futebol praticado no Congo, com uma geração muito talentosa, que obteve conquistas importantes dentro do Continente. E entre os nomes de destaque desta geração, temos Paul ‘Sayal’ Moukila, considerado um dos grandes atacantes do futebol africano e o maior do seu país. Nascido em 6 de junho de 1950, em Souanké, no departamento de Sangha, Congo.

Na base, ‘Sayal’ jogou inicialmente no AS Bantous e no Inter Club, tradicional clube ligado ao exército nacional. Em 1971 Moukila estreia na equipe principal do Club Athletic Renaissance Aiglon (CARA), um dos maiores clubes do Congo, popularmente conhecido como CARA Brazzaville. Campeão nacional em 1972/1973 e 1974. Em 1972, anotou 40 gols no Campeonato Congolês, recorde que ainda não foi superado. Em 1974, foi artilheiro, com 10 gols e um dos líderes do CARA Brazzaville na conquista da Liga dos Campeões da África, na única conquista de um clube congolês na história do principal interclubes do continente, quando venceram nas finais, o Ghazl El Mahalla, do Egito. Tal protagonismo, lhe deu destaque internacional e o prêmio de Bola de Ouro do futebol africano, concedido pela revista francesa France Football.

Em 1974, ‘Sayal’ Moukila ganhou a Bola de Ouro da France Football como jogador africano do ano (Foto: arquivo – France Football)

Moukila era oficial do Exército Popular Nacional (APN) do Congo e em 1975, foi enviado para um curso de treinamento militar na França. Tal oportunidade abriu as portas para sua carreira no futebol francês, assinando contrato com Racing Club de Strasbourg, onde jogou entre 1975 e 1976, quando retornou para o Congo, defendendo novamente o CARA Brazzaville. No começo dos anos 80 retornou ao futebol francês, defendendo entre 1981 e 1983, o Stade Français; entre 1983 e 1985, o CS Fontainebleau e de 1986 a 1988, o USM Malakoff, clube onde dividiu a função de jogador e treinador até encerrar sua carreira em 1988.

No Racing Strasbourg, a primeira experiência na Europa (Foto: reprodução)

A história na Seleção do Congo

Talentoso, forte fisicamente, veloz e com ótimo senso goleador, Moukila jogou 93 partidas pela Seleção do Congo entre 1971 e 1978. Em 1971 foi convocado pela primeira vez, durante as Eliminatórias para a fase final da Copa Africana das Nações de 1972. Fez um gol decisivo na vitória sobre a Costa do Marfim, naquelas eliminatórias, além dos marfinenses, os congoleses viriam a eliminar a Nigéria.

Muito jovem, Moukila já jogava na seleção congolesa (Foto: reprodução)

Na fase final, disputada em Camarões, Moukila fez o gol do empate (1×1) ante o Marrocos, na estreia da principal competição entre seleções da África. Veio a perder a condição de titular na seleção durante a CAN, voltando a titularidade na grande finalíssima ante Mali, vencida por 3×2 pelo Congo, com grande atuação de M’Bono e de François M’Pelé (um dos maiores jogadores da história da África e que já foi tema da nossa coluna, veja aqui).

Em 1974, no seu melhor ano individual, Paul Moukila já era um dos astros do selecionado, que acabou ficando com a quarta colocação na CAN disputada no Egito. Em 1976, estava na seleção que acabou parando na Nigéria, ainda nas eliminatórias. Seu último gol pela seleção congolesa foi no dia 17 de julho de 1977 na importante vitória por 3×2 ante o Gabão, em jogo crucial que colocou os congoleses na fase final da Copa Africana das Nações de 1978.

Os heróis de 1972, quando o Congo escreveu seu nome na galeria dos campeões (Foto: reprodução)

Pós futebol

Após parar de jogar profissionalmente, Paul ‘Sayal’ Moukila retornou para seu país, no final dos anos 80. O que deveria ser uma aposentadoria tranqüila, infelizmente acabou sendo algo conturbado com brigas com amigos, em função de negócios mal administrados em diversas instâncias.

Moukila retorna para a França, passando a viver em Meaux e provavelmente ao retornar de uma viagem ao Congo, contraiu malária, vindo a falecer precocemente no dia 24 de maio de 1992, deixando dois filhos: Fraisnel  e Noel Moukila, que chegou a jogar profissionalmente, com passagem pelo Stade Reims e também pela seleção congolesa em 2007 (dois jogos). O corpo de ‘Sayal’ está sepultado no Cemitério Central de Brazzaville com honras de chefe de estado, além disso há uma avenida na capital que leva seu nome.

Em Brazzaville, Moukila segue imortalizado (Foto: reprodução)

Paul ‘Sayal’ Moukila é um dos grandes nomes do futebol africano, deixou um legado para seu país, seja pelas conquistas individuais, seja pelo modo com que sempre honrou a camisa dos “Diabos Vermelhos” do Congo e está na história, abraçado e admirado pelo seu povo.

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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Evolução da Gestão pode salvar o Bahia de crise financeira após a pandemia

Muitos países passam por uma situação inusitada, raras vezes vivida na história, uma pandemia que tem ceifado vidas humanas e impactado drasticamente na economia mundial.

No futebol não tem sido diferente. A paralisação obrigatória dos eventos esportivos fez com quem os clubes sofressem impactos nas suas receitas, sejam elas por “match day”, patrocínios, marketing, sócio torcedor, direitos de transmissão ou até mesmo na venda de jogadores.

No Brasil, por exemplo, os clubes da elite do futebol têm sofrido fortes impactos financeiros, alguns deles já trabalham com a redução salarial dos atletas conforme Medida Provisória emitida pelo Governo Federal, ademais, a maioria dos jogadores do futebol brasileiro, concentrados nos clubes de menor porte, sofrem com os impactos financeiros e têm os seus contratos encerrados por falta de recursos dos clubes para a manutenção dos mesmos.

A pandemia e a paralisação, por consequência, impactam ainda no calendário do futebol brasileiro. Com a incerteza do retorno dos Estaduais, estes clubes de menor expressão – geralmente dos interiores destes Estados – têm liberado os jogadores por falta de recursos financeiros para mantê-los e, inclusive, muitos destes atletas possuíam contratos apenas durante o período das competições regionais.

Bilheterias, Patrocínios Pontuais, Cotas de TV e Negociação de Atletas, os ativos mais atingidos

Alguns ativos das receitas anual dos clubes são fortemente atingidos com a pandemia da COVID-19. Ao citar a paralisação dos jogos, os clubes têm perdido receitas com o que chamamos de “match day” (os dias de jogos) e com as bilheterias, ativo que não deve mais gerar receita em 2020, pois, provavelmente, não teremos público nos eventos esportivos até o término da temporada.

Os patrocínios pontuais, que muitos clubes utilizaram nos últimos anos, com essa queda da economia, em geral, deixam de investir no futebol e, por consequência, nas suas próprias marcas. Além destes, o dinheiro dos direitos de transmissão (cotas de TV) que salva a vida financeira de muitos clubes do Brasil, ainda não caiu nos cofres dos mesmos, por que as detentoras desses direitos não realizaram os pagamentos conforme previsto caso houvesse à normalidade.

Outro ativo que auxilia aos clubes do futebol brasileiro é a venda de atletas, visto que, a vitrine que é o Brasil ao produzir bons talentos para o futebol mundial e, os europeus, em larga escala, captam atletas do nosso território. Após a pandemia, as negociações de jogadores deverão ser diferentes e com valores menos absurdos do que se trabalham atualmente, ou até mesmo uma redução drástica na quantidade de atletas envolvidos nessas transições, em que pese uma atual desvalorização do real perante o dólar e o euro.

Referência em Gestão, o Bahia pode sofrer menos as consequências financeiras

A realidade é que todos os clubes do futebol brasileiro sofrerão impactos financeiros com a pandemia, estima-se uma queda entre 20% a 30% nas receitas em comparação com a temporada anterior. Entretanto, a expectativa é para que àqueles com uma gestão financeira mais equilibrada sofram menos as consequências. É óbvio que se trata de projeções, porém, por exemplo, ao trazer para a realidade na cidade do Salvador, o Bahia possui uma gestão que tem sido referência para outros clubes do cenário nacional.

O Bahia demonstra evolução na sua Gestão e, por consequência, reflete dentro das quatro linhas. O Tricolor, a cada ano, tem se firmado na elite do futebol brasileiro, fator que mantém também uma linearidade das receitas – sobretudo nas cotas dos direitos de transmissão – além de conseguir potencializar o time com contratações de atletas que podem agregar muito valor ao elenco.

Nos últimos dias, o Bahia divulgou o balanço financeiro da temporada anterior que culminou em uma ascensão de 39% das receitas, fechando o ano de 2019 com aproximadamente R$ 190 milhões, recorde na história do clube.

Fonte: Balanço do Bahia / Elaboração: Pluri Consultoria

Em comparação com o ano de 2018, o Bahia conseguiu ascender os números em todos os âmbitos de receitas possíveis: vendas de atletas, bilheterias, direitos de transmissão e marketing. Pelo segundo ano consecutivo, assume a alcunha de ser o clube do Nordeste com o maior número de receita, se aproximando a alguns clubes mais tradicionais do futebol brasileiro.

Negociação de atletas: um ativo com valores históricos para o Bahia

A venda de jogadores tem sido crucial para muitos clubes do futebol brasileiro manter a sua saúde financeira regular, porém não se deve ter este ativo como recurso principal, afinal de contas, nem todos os anos surgirão um Neymar ou Vinícius Júnior, até mesmo um Zé Rafael, Anderson Talisca ou um Lucas Ribeiro ao trazer para a realidade do futebol baiano.

Ainda assim, o Bahia apresentou números impactantes em 2019. No quesito venda de jogador, o Tricolor arrecadou R$ 45 milhões, equivalente ao somatório da receita dos últimos 05 anos do clube neste ativo. Adquirir jogadores em potencial com um baixo valor de mercado para somar tecnicamente dentro das quatro linhas e, quem sabe, fazer caixa com possíveis negociações dos mesmos tem sido uma prática do clube. O meio-campista Zé Rafael – atualmente no Palmeiras – e o volante Gregore, que também é desejado pelo próprio clube paulista, são exemplos.

Fonte: Balanço do Bahia / Elaboração: Pluri Consultoria

A venda de Zé Rafael para o Palmeiras está na história do clube como a maior transação ao arrecadar R$ 14,5 milhões. Em 2017, o Bahia adquiriu os direitos federativos do meio-campista junto ao Londrina por uma cifra de R$ 500 mil. É fato que a pandemia vai afetar aos clubes financeiramente, porém o Bahia pode ainda em 2020 bater este recorde com uma possível venda de Ramires (R$ 30 milhões) ao Basel-SUI, números estes, não contabilizado ainda pelo clube.

Torcida tem poder! E o clube deve utilizá-la ao seu favor

Historicamente, a força da torcida do Bahia expande fronteiras pelo Brasil e por onde quer que a equipe vá atuar é certeza de que contará com a presença do seu público. É comum acompanhar jogos do tricolor baiano com a Arena Fonte Nova lotada, por consequência, sempre entre os destaques no quesito média de público, porém essa força da torcida pouco tivera sido tão bem aproveitada como na gestão atual.

O Bahia teve um aumento financeiro vindo diretamente do seu torcedor (PPV, sócio torcedor, compra de artigos esportivos do clube) em 54%, para algo em torno de R$ 73 milhões.

Fonte: Balanço do Bahia / Elaboração: Pluri Consultoria

O Bahia também conseguiu elevar os números de receita quanto aos direitos de transmissão. Em comparação com 2018, o percentual não é tão elevado até por que se mantém uma média de valores arrecadados pelos clubes em negociação com as detentoras de transmissão, mas, ainda assim, o Bahia elevou estes números em 7%, para algo em torno de R$ 80 milhões.

Nos últimos 05 anos, o Bahia conseguiu arrecadar R$ 359 milhões com os direitos de transmissão junto às detentoras e é óbvio que a manutenção na divisão de elite do futebol brasileiro somada às boas campanhas e disputas em competições internacionais ajudaram a elevar o patamar do clube neste ativo. Por tal, citamos a fundamental importância da manutenção dos clubes em ascensão na Série A do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Balanço do Bahia / Elaboração: Pluri Consultoria

As boas exibições da equipe tricolor nos últimos anos – inclusive com conquistas em Copa do Nordeste e Estadual – também fizeram alavancar os números do clube arrecadados com o Marketing. Apoio às grandes causas, fundo para os jogadores históricos, a criação da marca própria (Esquadrão) e a loja de artigos esportivos localizada no estádio da Arena Fonte Nova facilitaram a elevação dos números de receita com este ativo.

O Bahia arrecadou R$ 16 milhões em Marketing no ano de 2019 – R$ 7 milhões a mais do que em 2018 – números que representam um crescimento de 68% no ativo. Nos últimos 05 anos, arrecadou com o Marketing um valor de R$ 52 milhões.

Fonte: Balanço do Bahia / Elaboração: Pluri Consultoria

É fundamental reiterar que o Bahia sentirá impactos financeiros por conta da pandemia do COVID-19, assim como todos os outros clubes do futebol brasileiro, quiçá, se expanda a todos do futebol mundial. A dupla Ba-Vi, inclusive, extinguiu as suas equipes de transição (com atletas do sub-23 que disputavam o Estadual) por objetivo a redução dos custos neste momento de paralisação – e incerteza, diria – do futebol.

Outras tomadas de decisões estão sendo adotadas pelos clubes do futebol brasileiro, por exemplo, a redução de salários dos funcionários, sobretudo dos próprios atletas e direção administrativa – o Bahia reduziu em 25% o salário dos jogadores, porém manteve os salários das atletas do futebol feminino integral.

Contudo, ao afetar a economia mundial e, por consequência, os padrões econômicos do futebol, a pandemia faz com quê os clubes, obrigatoriamente, busquem se reinventar para manter saudável a situação financeira dos mesmos ou, no mínimo, sentir menos os impactos financeiros. Um possível equilíbrio nas finanças pode traduzir para os clubes grandes feitos dentro de campo assim que essa pandemia passar e puder voltar às atividades normais.

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quarta-feira, 29 de abril de 2020

Jorge Jesus vai deixar o Flamengo para assumir o “novo” Newcastle? Veja como estão os prognósticos das casas de apostas

Clube inglês vive a expectativa de receber um bilionário suporte financeiro

O grande assunto do futebol durante a pausa dos jogos por conta do coronavírus é a compra do Newcastle, clube tradicionalíssimo do norte da Inglaterra. O que tem atraído holofotes para esta negociação é que o comprador trata-se de um fundo de investimento da Arábia Saudita comandado pelo príncipe Mohamed bin Salman. – um dos mais polêmicos e contestados da atualidade.

De acordo com informações que vêm da Terra da Rainha, a equipe alvinegra teria cerca de R$ 1 bilhão disponível para gastar em negociações com jogadores. Tem noção disto? É muita grana, o que, sem dúvida alguma eleva e muito o patamar do Newcastle. Recentemente, os Magpies têm brigado para não retornarem para a segunda divisão, ficando no meio para a parte inferior da tabela. Na temporada 2019/2020 da Premier League, o time ocupa a 13ª posição com 35 pontos. Ao longo de sua história, o clube conta com títulos da Liga Inglesa (1904/05, 1906/07, 1908/09 e 1926/27), Copa da Inglaterra (1909/10, 1923/24, 1931/32, 1950/51, 1951/52, e 1954/55), Championship (1964/65, 1992/93, 2009/10 e 2016/17) e Supercopa da Inglaterra (1909).

Trouxemos aqui para você boas e rentáveis opções de investimentos nas melhores casas de apostas sobre a formação preta e branca. Vale a pena dar uma conferida!

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Quem será o treinador?

Hoje, o comando dentro das quatro linhas está sob a responsabilidade de Steven Bruce, que tem contrato até junho de 2022. Ele é bem conhecido e tem um certo nome na Inglaterra, porém, não está no patamar dos melhores técnicos do mundo na atualidade. Com um projeto deste porte, certamente os investidores vão querer um comandante que esteja no mesmo nível. Se, por acaso, este profissional for mantido e estiver no primeiro jogo da temporada 2020/2021, você embolsa R$ 3,75 a cada R$ 1,00 aplicado por você no Bodog. A situação oposta e mais provável de acontecer rende R$ 1,04.

Nomes como Massimiliano Allegri (R$ 4,50), Maurício Pochettino (R$ 3,75) e Rafa Benítez (R$ 2,50) são alguns dos disponíveis no mercado. O último, por sua vez, já trabalhou no Newcastle em outra oportunidade. Não dá para deixar passar que Jorge Jesus, do Flamengo, também está sendo cogitado para o cargo, gerando R$ 10,00.

 E os jogadores, quais serão contratados?

Grana para contratar os principais talentos os árabes parecem ter de sobra. É mais do que natural vermos especulados caras como Mbappé, do Paris Saint-Germain, onde é considerado peça fundamental. Philippe Coutinho é outro que aparece forte. A tendência é que a contratação dele seja mais fácil, afinal não faz boas temporadas há um bom tempo e tudo indica que está saindo do Bayern de Munique, da Alemanha. O vascaíno pertence ao Barcelona. Jogar nos Magpies seria uma espécie de recomeço para ele. Edinson Cavani e Antoine Griezmann, de PSG e Barça, respectivamente, são outros atletas especulados. Pelo fato de tudo ainda ser muito prematuro, ainda não foram divulgados os odds para estas possibilidades.

Conquistas

A conquista da Premier League já na temporada 2020/2021 fará você enriquecer com R$ 100,00 para 1. Sabemos que é uma tarefa bem difícil, ainda mais no primeiro ano de investimento.  Outras possibilidades são mais reais, como a de ficar dentro do G-4 (R$ 12,00) ou G-6 (R$ 4,50). Já se faturar a Copa da Inglaterra e Copa da Liga Inglesa vai proporcionar R$ 12,00, segundo mostra o OddsShark.

Palpites com os odds do Bodog:

Pochettino como técnico (R$ 3,75).

Confira as cotas dos possíveis técnicos do Newcastle:

– Steve Bruce – R$ 1,04

– Rafa Benítez – R$ 2,50

– Maurício Pochettino – R$ 3,75

– Massimiliano Allegri – R$ 4,50

– Jorge Jesus – R$ 12,00

– Luciano Spaletti – R$ 12,00

– Marcelo Bielsa – R$ 20,00

– Julian Nagelsmann – R$ 25,00

– Roberto Martinez – R$ 33,00

– Arsene Wenger   – R$ 60,00

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terça-feira, 28 de abril de 2020

China e a política da diplomacia dos estádios

“Tática” diretamente ligada a construção de estádios e infraestrutura é arma chinesa há muitos anos, como aproximação diplomática.

Num Mundo totalmente globalizado, todos somos conscientes que o futebol é o esporte mais praticado no nosso planeta. Assim sendo, o futebol, como fenômeno mundial, naturalmente se converte num fato de ordem geopolítica, deixando de ser apenas algo inerente ao campo de jogo, as estrelas que constituem o espetáculo, passando, intensamente, para o que há alguns anos sabemos como “jogo de bastidores”.

E nesse “jogo de bastidores”, na atual realidade, poucas nações sabem fazer o mesmo tão bem quanto a China, exercendo alta influência em países pouco desenvolvidos e justamente, via futebol, indo além; oferecendo a oportunidade real da criação de uma infraestrutura em torno da temática desportiva (estádios, centro de treinamentos, etc). Cientes da necessidade de demais obras vitais, que envolvem a construção de um estádio, como ruas, trens, metrôs, hospitais, aeroportos, etc e compreendendo a dificuldade que países subdesenvolvidos possuem, em função do alto custo, os chineses chegam, estrategicamente, preenchendo uma lacuna e conquistando influências.

Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko e o presidente chinês Xi Jinping. Governo de Pequim já anunciou a doação de um estádio para a Bielorrússia. (foto: Reuters/Lintao Zhang)

No Mundo temos pelo menos 40 países com estádios que foram desenvolvidos diretamente pelo governo da República Popular da China, sem levarmos em conta os que foram edificados por empresas chinesas. A maioria na África, mas os chineses também construíram em países do Caribe, da Ásia e Oceania.

A grande jogada

Muitas pessoas podem, num paralelo, pensar consigo, mas qual o interesse chinês, além de conquistar aliados e exercer sua fortíssima influência sobre países com baixos índices de desenvolvimento?

Uma característica dos investimentos, é que os mesmos são em países com recursos naturais, uma forma de, a longo prazo, se pagar todo o investimento, ou, numa outra estratégia, abrir as portas para empresas privadas da China; ficando “tudo em casa”.

Em construção, o Stade Olympique d’Epimbé, é um presente da China para a Costa do Marfim, por ocasião da CAN2023 (Foto: reprodução)

Outro detalhe está no fato que a maioria desses países, são esquecidos pelos europeus e norte-americanos. Assim, a China aproveita a lacuna existente, para construir/fortalecer influência em determinadas regiões; elevando favores diplomáticos. Tratados de livre comércio é outra moeda de troca, utilizada para o pagamento dos estádios.

Um exemplo claro, que envolve questão diplomática é a relação China – Costa Rica; entre 2008 e 2011, o governo chinês construiu, bancando 100% da obra do Estádio Nacional e doou o mesmo para a nação centro-americana, como forma de coroar o êxito nas relações entre os dois países, iniciadas em 2007.

Estádio Nacional da Costa Rica, o mais moderno da América Central (Foto: reprodução)

Em 2010, a Costa Rica deixou de reconhecer Taiwan como nação independente, atendendo obviamente senão pedido, mas a vontade do governo de Pequim. Em dezembro de 2018, o governo chinês doou 11 milhões de dólares aos costa-riquenhos para obras de modernização do Estádio Nacional, com capacidade para 35 mil torcedores é considerado o mais moderno da América Central.

E o futebol?

Claramente, a estratégia chinesa, em termos econômicos, se mostra muito eficiente, tendo outros tentáculos no mundo dos negócios com nações que carecem de uma “atenção maior” por parte das demais potências da economia mundial.

Entretanto, há também espaço nos bastidores para que os chineses tenham influência muito forte no meio futebolístico e essa ascendência é nítida sobre a Confederação Africana de Futebol (CAF) e aos poucos, a China vai ganhando força dentro da FIFA, porém, de maneira discreta, sem alardes.

A Copa Africana das Nações de 2017, realizada no Gabão, por exemplo, contou com 100% de participação estatal e privada chinesa, na construção dos quatro estádios que sediaram jogos da competição. Nesse caso, não somente os estádios como toda a estrutura em torno dos mesmos, também têm capital chinês.

Stade d’Angondjé, em Libreville, Gabão, também é conhecido como Stade d’Amitié Sino-Gabonais (Foto: reprodução)

Na Guiné, o Stade General Lansana Conté, popularmente também conhecido como Stade Nongo com capacidade para 50.000 lugares, foi terminado em 2012, como presente do governo chinês para o país. Como a Guiné foi selecionada para sediar a Copa das Nações Africanas de 2025, foi assinado um acordo entre dois países para a construção de mais três estádios.

O peso da imagem chinesa

Há anos que a China economicamente está aberta ao Mundo e talvez sejam os chineses hoje, a nação que mais negócios fazem com outras nações no Mundo e justamente, criar laços com países de culturas diversas, via investimentos em infraestrutura melhora a imagem da China.

No infográfico abaixo, com base numa pesquisa de opinião do portal Afro Barometer, que mede diversos índices no continente africano, podemos ter uma noção da força da imagem do governo chinês em 36 países.

Essa visão que envolve a união, estratégica, de negócios e suas futuras oportunidades vem, com mais frequência, desde a década de 80, entretanto, com os fatores de desenvolvimento econômico e a globalização, os chineses passaram a utilizar com ênfase essa tática neste novo século.

O lado de lá…

Obviamente, podemos de modo geral pensar, acerca da real necessidade de nações com dificuldades financeiras terem estádios modernos, o que isso significa?

Há o lado político, há o aspecto que são obras que acabam tendo um ou outro crítico, mas há sobretudo, o “afago” aos egos dos governantes e seus apoiadores. No aspecto esportivo, os estádios modernos permitem a esses países receberem um ou outro evento, equipes de grande porte da Europa, que além do dinheiro, exigem instalações esportivas de alto nível. Por exemplo, em julho de 2017, o Everton se tornou o primeiro clube da Premier League a jogar na Tanzânia.

Wayne Rooney com um guerreiro Maasai, na Tanzânia (Foto: Twitter/Everton)

Ante 40 mil torcedores presentes no Tanzania National Main Stadium, em Dar es Salaam, presenciaram Wayne Rooney e companhia, vencerem o Gor Mahia, do Quênia por 2×1 em jogo que muito além do resultado, entrou para a história dos eventos esportivos da África Oriental.

Enfim, a China oferece, estrategicamente, “ótimas” condições em termos de pagamento, isso quando os chineses não “doam” tudo para esses países em subdesenvolvimento, além de oferecer excelente infraestrutura, algo que raramente os países ocidentais fazem, começando pelo próprio interesse destes. E é importante imaginarmos que essa relação de diplomacia dentro do futebol, da parte dos chineses, tende a ficar mais forte ainda, vislumbrando o cenário atual, num período pós-pandemia; pois no final das contas, tudo são negócios.

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terça-feira, 21 de abril de 2020

Barcelona vai de Xavi na temporada que vem ou mantém Quique Setién? Veja os prognósticos

Torcida blaugrana sonha em contar com o ídolo como comandante da equipe

Não é de hoje que o Barcelona não tem conseguido ter um treinador com um trabalho bem consistente. Atualmente, os blaugranas são comandados por Quique Setién, que no início de 2020 substituiu o contestado Ernesto Valverde. Em termos de números e classificações, o Barça não vai mal, estando na liderança da La Liga com 58 pontos, 2 a mais que o rival Real Madrid, e vivo nas oitavas de final da Liga dos Campeões diante do Napoli. Na Copa do Rei, o time foi eliminado pelo Athletic Bilbao na semifinal. O que vem incomodando a imprensa e os torcedores é que os catalães não têm conseguido jogar e ganhar com a facilidade vista no passado. O seu estilo de jogo dominante baseado no toque de bola não tem sido tão eficiente.

Tem sido cada vez mais comum crescer o boato de que o clube espanhol pode trocar novamente de técnico na próxima temporada, a 2020/2021. Quem são os principais candidatos ao cargo? É o que veremos agora para você dar os seus palpites nas melhores casas de apostas e lucrar uma graninha extra.

Como apostar?

Os nossos palpites e prognósticos das partidas estão aqui para te auxiliar e ajudar a lucrar com o OddsShark – um dos sites mais respeitados do mundo sobre palpite esportivo. Não tem mistério, é simples! Você escolhe uma casa de aposta e faz o seu cadastro rápido. Daí, já pode começar a investir.

Xavi Hernandez (R$ 2,75)

Ídolo histórico do Barcelona, Xavi é visto não só pelas casas de apostas como favorito para ser escolhido como técnico, rendendo R$ 2,75 a cada R$ 1,00 aplicado por você no Bodog, como também por grande parte da torcida. Ele poderia ter assumido o comando em janeiro, chegou a ser procurado, porém disse não alegando que quer começar um projeto do zero, não no meio da temporada. Atualmente, Xavi é o treinador do Al-Saad, do Qatar, nos Emirados Árabes, desde o ano passado.

 Quique Setién (R$ 3,00)

A manutenção de Quique Setíen no cargo é uma opção que deve ser considerada pelos dirigentes, afinal ele teria mais tempo de trabalho – o que é fundamental para qualquer técnico. O contrato dele vai até 2022. O seu retrospecto é de 12 partidas, sendo 8 resultados positivos, 3 negativos e 1 empate. Nada mal, não é? Vejo esta permanência como bem provável de acontecer e gerar R$ 3,00 para você, de acordo com o OddsShark.

Marcelo Gallardo (R$ 5,00)

O comandante campeão de quase tudo como River Plate, da Argentina, Marcelo Gallardo, seria bem interessante de ser visto no Velho Continente representando os culés. Há quem diga que já passou da hora dele ir para a Europa. Em 2019, o hermano chegou a ser visto como favorito para trabalhar no Barça, no entanto a situação não confirmada. Agora, ele paga R$ 5,00 para 1.

Roberto Martinez (R$ 11,00)

Na quarta posição da lista de outrights vem o espanhol Roberto Martinez, responsável por nos eliminar da Copa do Mundo da Rússia, em 2019, nas quartas de finais a serviço da Bélgica. Hoje, ele segue trabalhando para a seleção belga. Este é outro profissional, que, assim como os demais listados nos parágrafos acima também joga maneira ofensiva.

Palpites com os odds do Bodog:

Permanência de Quique Setién (R$ 3,00).

Confira a lista e as cotas de candidatos ao cargo de técnico do Barcelona:

– Xavi – R$ 2,75

– Quique Setién – R$ 3,00

– Marcelo Gallardo – R$ 5,00

– Roberto Martinez – R$ 11,00

– Mauricio Pochettino – R$ 13,00

– Ronald Koeman – R$ 13,00

– Leonardo Jardim – R$ 17,00

– Nuno Espírito Santo – R$ 17,00

-Massimiliano Allegri – R$ 21,00

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